Professor João Camargo
Joao Reus de Camargo · nasceu em 1958
Professor João Camargo se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, superior completo, professor e instrutor de formação profissional, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professor João Camargo declarou R$ 204,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 31,8 mil acima da inflação.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2020.
- Professor João CamargoR$ 204,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 84,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 238,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 1/6 De um lote com 1.943R$ 119 milTerreno
- Saldos bancarios aplicações e moeda corrente do paísR$ 43,1 milConta corrente no país
- Automovel toyota corolla placa alr 2452R$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Poupança ouro banco do brasilR$ 8.850Conta corrente no país
- Vl cota capital firma camargo e camargo LTDAR$ 7.110Quotas ou quinhões de capital
- Poupança banco bradescoR$ 2.373Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor João Camargo declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Curitibanos (SC) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.68477,1%
- PessoasR$ 1.98122,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.56064,1%
- InternetR$ 1.41535,4%
- EscritórioR$ 200,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Curitibanos (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 19,3 por voto. Quem venceu, Professor Adriano, gastou R$ 9,94 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.411; o mais barato, R$ 9,94.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cleomilda Leão PODER$ 27 mil · 19 votosR$ 1.411
- Roseli Teixeira PODER$ 27 mil · 46 votosR$ 583
- Joice Krieger PTR$ 9 mil · 38 votosR$ 236
- Paula Juliana PODER$ 27 mil · 228 votosR$ 118
- Gregorio Lemos Gritti PSDR$ 8,6 mil · 296 votosR$ 29,1
- Maurício PTR$ 9,1 mil · 351 votosR$ 26,1
- Rafael Valim PLR$ 17 mil · 871 votosR$ 19,3
- Bill Popinhak PSDR$ 10 mil · 548 votosR$ 18,6
- Alain Agostini PSDR$ 8 mil · 713 votosR$ 11,2
- Bolinha - Vinicius Andrade MDBR$ 10 mil · 932 votosR$ 11,1
- Lucas Guidi MDBR$ 9,4 mil · 915 votosR$ 10,3
- Professor Adriano MDBR$ 9,8 mil · 982 votosR$ 9,94
Votos por real
- 2020, vereador: 81 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.