Apuração
Deputado federal · 2026 · PSB

Professor Gustavo Aguera

Gustavo Henrique Apoloni Aguera · nasceu em 1994

Professor Gustavo Aguera disputou uma eleição, em 2026, para deputado federal (Paraná), pelo PSB: não eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,28← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPSB2026
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2026, não eleito.

Declarou ao TSE em 2026: 32 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado federal · Paraná
    PSB 4060· centro-esquerda
    não eleito664 votos; 261º mais votado de 404 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Professor Gustavo Aguera teve 664 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 261º lugar entre 404 candidatos.

Recebeu votos em 78 cidades. Maringá deu 46,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 80,0%.

664 votos
votos para deputado federal em 2026
Cada quadrado é 1% de 664 votos.
  1. Maringá (PR)307 votos46,2%
  2. Marumbi (PR)57 votos8,6%
  3. Curitiba (PR)47 votos7,1%
  4. Mandaguaçu (PR)19 votos2,9%
  5. Jandaia do Sul (PR)13 votos2%
  6. Outras 63 cidades133 votos20%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Professor Gustavo Aguera declarou R$ 201,6 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 201,6 mil
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 200.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal no Paraná em 2026.

  • Professor Gustavo AgueraR$ 201,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 260,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 201,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2026, Professor Gustavo Aguera declarou ao TSE R$ 135 mil em receitas, em reais de hoje, 100% de dinheiro público.

2026 · Deputado federal · Paraná · PSB · não eleito

De onde veio

R$ 135 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 48,5 mil
O maior gasto foi com pessoal: 61% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 48,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal9 pessoas, não nomeadasR$ 29,4 mil60,6%
  2. ServiçosR$ 2.3504,8%
  3. InternetR$ 1.4002,9%
  4. EscritórioR$ 1< 0,1%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado federal, Paraná, 2026

Mediana da disputa: R$ 32,5 por voto. Quem venceu, Jeffrey Chiquini, gastou R$ 4,70 por voto. O voto mais caro custou R$ 192; o mais barato, R$ 4,70.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputado federal: 14 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa (contas parciais).
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.