Apuração
Vereador · 2012 · MDB

Professor Garcia

Carlos Alberto Oliveira Garcia · nasceu em 1952

Professor Garcia se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 3.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB−0,04← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSB2004PSB2008MDB2012MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.

Passou por 2 partidos: PSB (2002–2004), MDB (2008–2012).

Dep. estadualVereadorPartidoPSBMDB200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 60 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Porto Alegre (RS)
    MDB 15000· centro-direita
    eleito5.138 votos
  2. 2008
    Vereador · Porto Alegre (RS)
    MDB 15000· centro
    eleito6.088 votos
  3. 2004
    Vereador · Porto Alegre (RS)
    PSB 40200· centro-esquerda
    eleito5.848 votos
  4. 2002
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSB 40200· centro-esquerda
    suplente9.292 votos; 174º mais votado de 461 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Professor Garcia teve 9.292 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 174º lugar entre 461 candidatos.

Recebeu votos em 150 cidades. Porto Alegre deu 80,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,6%.

9.292 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 9.292 votos.
  1. Porto Alegre (RS)7.445 votos80,1%
  2. Alvorada (RS)158 votos1,7%
  3. Viamão (RS)153 votos1,6%
  4. Pelotas (RS)125 votos1,3%
  5. Canoas (RS)115 votos1,2%
  6. Outras 135 cidades778 votos8,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Professor Garcia declarou R$ 774,2 mil em bens, em reais de hoje: 8,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 119,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 774,2 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 353.302 na declaração)

Declarou 8,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.

  • Professor GarciaR$ 774,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 774,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Prédio de alvenariaR$ 394,4 mil
    Prédio residencial
  2. Casa de alvenariaR$ 109,6 mil
    Casa
  3. Saldo cardeneta de poupança banrisulR$ 106,8 mil
    Caderneta de poupança
  4. Automóvel ford/focus sedan gxl 2.0R$ 98,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Saldo em aplicação derenda fixa banrisulR$ 52,3 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  6. Saldo em conta corrente banrisulR$ 12,5 mil
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Professor Garcia declarou ao TSE R$ 602 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 252 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Porto Alegre (RS) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 251,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 12 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 251,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 60,1 mil23,9%
  2. Próprio bolsoR$ 30,3 mil12%
  3. PartidoR$ 18,2 mil7,2%

Para onde foi

R$ 251,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 251,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal34 pessoas, não nomeadasR$ 57,7 mil22,9%
  2. TransporteR$ 19,9 mil7,9%
  3. EventosR$ 9.3493,7%
  4. OutrosR$ 6930,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Porto Alegre (RS), 2012

Mediana da disputa: R$ 88,3 por voto. Quem venceu, Claudio Janta, gastou R$ 52,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 841; o mais barato, R$ 52,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 72 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.