Professor Fabinho
Fábio André Testa · nasceu em 1969
Professor Fabinho se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Fabinho declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 29 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 308,5 mil, já descontada a inflação.
Declarou 29 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Professor FabinhoR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Apartamento no ed. grand reserveR$ 487,4 milApartamento
- Apartamento no ed. bela torreR$ 162,5 milApartamento
- Apartamento no ed. missouriR$ 162,5 milApartamento
- Aplicação junto a caixa /lciR$ 160 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- 1/4 De sala comercial no ed. city hallR$ 144,2 milSala ou conjunto
- Veiculo volkswagen saveiro 2014/2014R$ 79,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Valor em caderneta de poupança junto à caixaR$ 13,5 milDinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Fabinho declarou ao TSE R$ 127 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 59 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Londrina (PR) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 32,4 mil91,7%
- PessoasR$ 2.9158,3%
Para onde foi
- PessoalR$ 16,7 mil47,9%
- Material impressoR$ 15,2 mil43,7%
- InternetR$ 2.4297%
- ServiçosR$ 4861,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Londrina (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 26,9 por voto. Quem venceu, Gui Belinati, gastou R$ 8,42 por voto. O voto mais caro custou R$ 609; o mais barato, R$ 8,42.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cris Godoi PPR$ 57 mil · 94 votosR$ 609
- Dirceu Pivaro PVR$ 61 mil · 615 votosR$ 99,3
- Jamil Janene PPR$ 144 mil · 2.194 votosR$ 65,7
- Mario Takahashi PVR$ 141 mil · 4.192 votosR$ 33,7
- Sueli Rizzi PSDR$ 49 mil · 1.557 votosR$ 31,5
- Felipe Prochet PSDR$ 59 mil · 2.122 votosR$ 27,7
- Jaqueta PTBR$ 53 mil · 1.970 votosR$ 26,9
- Filipe Barros REPUBLICANOSR$ 113 mil · 4.227 votosR$ 26,8
- Regis Choucino PPR$ 47 mil · 1.835 votosR$ 25,8
- Gustavo Richa PSDBR$ 50 mil · 2.486 votosR$ 20,1
- Nantes PPR$ 56 mil · 4.687 votosR$ 11,9
- Gui Belinati PPR$ 46 mil · 5.409 votosR$ 8,42
Votos por real
- 2016, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 45 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.