Professor Evandro
Evandro Santos Caetano · nasceu em 1965
Professor Evandro se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Evandro declarou R$ 761,7 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 605,3 mil acima da inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Professor EvandroR$ 761,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 71,86 M2 localizada em são borjaR$ 324,9 milApartamento
- 10,23 Hectare localizada tâmara - 3 distrito de itaquiR$ 211,2 milTerra nua
- 1 Hectare com 1 casa em construção na localizada em…R$ 130 milTerreno rural
- Saveiro cd ano 2015 modelo 2016R$ 81,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Saveiro cl 1.8 ano/ modelo 1992R$ 14,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Professor Evandro declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 9,3 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Maçambará (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.20078,7%
- PessoasR$ 32421,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 70146%
- PessoalR$ 64842,5%
- Material impressoR$ 17511,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Maçambará (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 38,2 por voto. Quem venceu, Nelson Santos, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 275; o mais barato, R$ 16,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lilica PDTR$ 4,9 mil · 18 votosR$ 275
- Jorge Mayer PDTR$ 3,8 mil · 68 votosR$ 56
- Arnaldo Kuyven MDBR$ 8,8 mil · 179 votosR$ 49,1
- Ieda PDTR$ 5,6 mil · 134 votosR$ 42,1
- Dutra MDBR$ 6 mil · 152 votosR$ 39,4
- Catia Josieli Dos S Belmonte PPR$ 8,6 mil · 221 votosR$ 38,9
- Marley Carpes PSDBR$ 6,1 mil · 159 votosR$ 38,2
- Professora Nara Alegre Piegas MDBR$ 6,1 mil · 164 votosR$ 37,5
- Loreni Geremia PPR$ 7,5 mil · 232 votosR$ 32,5
- Basileu Benites Bicca De Lima PPR$ 4,1 mil · 147 votosR$ 28
- Janete Pinheiro MDBR$ 6,3 mil · 363 votosR$ 17,2
- Nelson Santos PSDBR$ 4,6 mil · 275 votosR$ 16,6
Votos por real
- 2016, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.