Apuração
Vereador · 2004 · PT

Professor Edson

Edson Domingos Fagundes · nasceu em 1961

Professor Edson se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. federalVereadorPartidoPT20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, não eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 43 anos, superior completo, professor e instrutor de formacao profissional. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    PT 13579· centro-esquerda
    não eleito
  2. 2002
    Deputado federal · Paraná
    PT 1336· centro-esquerda
    suplente7.341 votos; 95º mais votado de 207 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Professor Edson teve 7.341 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 95º lugar entre 207 candidatos.

Recebeu votos em 154 cidades. São José dos Pinhais deu 58,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,3%.

7.341 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 7.341 votos.
  1. São José dos Pinhais (PR)4.302 votos58,6%
  2. Curitiba (PR)1.876 votos25,6%
  3. Colombo (PR)152 votos2,1%
  4. Sarandi (PR)145 votos2%
  5. Pinhais (PR)68 votos0,9%
  6. Outras 139 cidades417 votos5,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Edson declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · São José dos Pinhais (PR) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 2.571
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.571.
  1. Próprio bolsoR$ 1.30350,7%
  2. PartidoR$ 1.26749,3%

Para onde foi

R$ 2.571
O maior gasto foi com material impresso: 93% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.571.
  1. Material impressoR$ 2.39193%
  2. OutrosR$ 1666,5%
  3. EscritórioR$ 130,5%

Quanto custou cada voto: vereador, São José dos Pinhais (PR), 2004

Mediana da disputa: R$ 30,5 por voto. Quem venceu, Carlos De Castro, gastou R$ 17,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 88,9; o mais barato, R$ 17,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 672 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.