Professor Edmilson
Edmilson Aparecido da Silva · nasceu em 1969
Professor Edmilson se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PHS (2012), PSOL (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 54 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2022Deputado federal · ParanáPSOL 5025· esquerdanão eleito1.055 votos; 274º mais votado de 600 no estado
- 2020
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2022, Professor Edmilson teve 1.055 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 274º lugar entre 600 candidatos.
Recebeu votos em 89 cidades. Maringá deu 42,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 83,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Professor Edmilson declarou R$ 22,1 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 32,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 65% da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2024.
- Professor EdmilsonR$ 22,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 34,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 138,4 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Professor Edmilson declarou ao TSE R$ 79 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 40 mil, 60% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Maringá (PR) · PSOL · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 18,6 mil91,9%
- Próprio bolsoR$ 1.0825,3%
- PessoasR$ 5472,7%
Para onde foi
- ServiçosR$ 7.65637,9%
- PessoalR$ 7.63437,8%
- Material impressoR$ 3.97019,6%
- EscritórioR$ 7643,8%
- InternetR$ 1971%
Quanto custou cada voto: vereador, Maringá (PR), 2024
Mediana da disputa: R$ 62,2 por voto. Quem venceu, Delegado Luiz Alves, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 349; o mais barato, R$ 12,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabiano Batista PSDR$ 167 mil · 477 votosR$ 349
- Ademir Vanzo PTR$ 95 mil · 432 votosR$ 220
- Bia Correa PTR$ 97 mil · 939 votosR$ 103
- Vera Nogueira PTR$ 117 mil · 1.144 votosR$ 103
- Margot PTR$ 90 mil · 1.242 votosR$ 72,7
- Jeremias PLR$ 95 mil · 1.525 votosR$ 62,4
- Carlos Mariucci PTR$ 89 mil · 1.434 votosR$ 62,2
- Akemi Nishimori PSDR$ 181 mil · 3.045 votosR$ 59,5
- Mario Hossokawa PPR$ 82 mil · 1.813 votosR$ 45,2
- Alex Chaves MDBR$ 77 mil · 1.905 votosR$ 40,4
- Mario Verri PTR$ 107 mil · 3.766 votosR$ 28,4
- Delegado Luiz Alves PLR$ 69 mil · 5.488 votosR$ 12,7
Votos por real
- 2024, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
- 2022, deputado federal: 62 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 39 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 201 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.