Apuração
Vereador · 2020 · PTB

Professor Edilson Bebê

Edilson Antonio Pedro · nasceu em 1976

Professor Edilson Bebê se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008PSL2016PSL2020PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: DEM (2004), PSL (2008–2016), PTB (2020).

VereadorPartidoDEMPSLPTB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, superior completo, pedagogo, cor indígena. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Miranda (MS)
    PTB 14123· centro-direita
    suplente
  2. 2016
    Vereador · Miranda (MS)
    PSL 17123· direita· na urna, Prof. Edilson (bebê)
    suplente263 votos
  3. 2008
    Vereador · Miranda (MS)
    PSL 17369· direita· na urna, Professor Edilson - Bebe
    suplente
  4. 2004
    Vereador · Miranda (MS)
    DEM 25369· direita· na urna, Professor Edilson
    suplente258 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Professor Edilson Bebê declarou R$ 48,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 16,4 mil acima da inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 48,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.

  • Professor Edilson BebêR$ 48,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 48,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Professor Edilson Bebê declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 13 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Miranda (MS) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 1.415
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.415
O maior gasto foi com pessoal: 98% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.415.
  1. PessoalR$ 1.38798%
  2. EscritórioR$ 282%

Quanto custou cada voto: vereador, Miranda (MS), 2020

Mediana da disputa: R$ 28,6 por voto. Quem venceu, André Vedovato, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 129; o mais barato, R$ 11,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Professora Sonia PSDBR$ 4,2 mil · 33 votosR$ 129
  • Neto Toledo PSDBR$ 8,1 mil · 78 votosR$ 103
  • Ana Lucia PSDBR$ 4,2 mil · 52 votosR$ 81,6
  • Professora Kátia Vaz PSDBR$ 4,2 mil · 68 votosR$ 62,4
  • Dayalen Rôas PSDBR$ 28 mil · 521 votosR$ 52,9
  • Marcão PSDBR$ 14 mil · 477 votosR$ 29,7
  • Irmã Cleide PTR$ 10 mil · 361 votosR$ 28,6
  • Adimar PODER$ 4,2 mil · 194 votosR$ 21,9
  • Lindomar Terena PTR$ 5,7 mil · 342 votosR$ 16,6
  • Lenis PSDR$ 8,8 mil · 575 votosR$ 15,3
  • Assumpção Junior PSDBR$ 6,5 mil · 449 votosR$ 14,5
  • André Vedovato PDTR$ 10 mil · 897 votosR$ 11,3

Votos por real

  • 2020, vereador: 133 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 165 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 21 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.