Prof. Duclerk
Duclerk Cardoso de Menezes · nasceu em 1959
Prof. Duclerk se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PSB (2002–2004), PSD (2018–2020), DC (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 65 anos, superior completo, militar reformado, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2018, branca em 2020, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020Prefeito · Atílio Vivácqua (ES)PSD 55· direita· na urna, Tio Dudu ( Professor Duclerk)não eleito164 votos, 2,3%
- 2018Deputado estadual · Espírito SantoPSD 55678· direita· na urna, Professor Duclercksuplente407 votos; 345º mais votado de 582 no estado
- 2004Prefeito · Atílio Vivácqua (ES)PSB 40· centro-esquerda· na urna, Professor Duclerknão eleito57 votos, 0,9%
- 2002Deputado federal · Espírito SantoPSB 4055· centro-esquerda· na urna, Professor Duclerksuplente2.203 votos; 55º mais votado de 99 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Prof. Duclerk teve 407 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 345º lugar entre 582 candidatos.
Recebeu votos em 20 cidades. Atílio Vivácqua deu 38,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,8%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Prof. Duclerk declarou R$ 2,2 mi em bens, em reais de hoje: 6,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2020 e 2024.
Declarou 6,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Espírito Santo em 2024.
- Prof. DuclerkR$ 2,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 335,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 331,4 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Prof. Duclerk declarou ao TSE R$ 93 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 32 mil.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Atílio Vivácqua (ES) · DC · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Atílio Vivácqua (ES), 2024
Prof. Duclerk : R$ 77,4 por voto (mediana da disputa, R$ 44,5). Quem venceu, Helinho Lima, gastou R$ 25,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 123; o mais barato, R$ 25,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Prof. Duclerk . É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Lana Roppe PSOLR$ 11 mil · 88 votosR$ 123
- Prof. Duclerk DCR$ 3,2 mil · 41 votosR$ 77,4
- Genaldo REPUBLICANOSR$ 152 mil · 3.404 votosR$ 44,5
- Helinho Lima PSBR$ 108 mil · 4.155 votosR$ 25,9
Votos por real
- 2024, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 12 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 27 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 6 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.