Professor Douglas Falçoni
Douglas Thomazini Falçoni · nasceu em 1980
Professor Douglas Falçoni se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PP (2008–2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professor Douglas Falçoni declarou R$ 282 mil em bens, em reais de hoje: 39 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 124,3 mil acima da inflação.
Declarou 39 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2020.
- Professor Douglas FalçoniR$ 282 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 68,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 50% de um LoteR$ 93,4 milTerreno
- Construção de um imóvel no loteR$ 93,4 milConstrução
- Banco SicoobR$ 59,2 milOutras aplicações
- Dinheiro em especieR$ 28,7 milDinheiro em espécie
- Banco BradescoR$ 7.289Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Douglas Falçoni declarou ao TSE R$ 123 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 101 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Castelo (ES) · PP · eleito
De onde veio
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 11,9 mil52,6%
- Próprio bolsoR$ 8.93839,6%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Luiz Carlos Piassi PrefeitoR$ 1.7657,8%
Para onde foi
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 2.68111,9%
- Material impressoTudo de Eleicao 2016 Luiz Carlos Piassi PrefeitoR$ 1.7657,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4051,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Castelo (ES), 2016
Prof. Douglas Falçoni: R$ 55,5 por voto (mediana da disputa, R$ 44,9). Quem venceu, Renato Do Açougue, gastou R$ 27,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 76,4; o mais barato, R$ 27,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Prof. Douglas Falçoni. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tarcísio Módolo PDTR$ 17 mil · 229 votosR$ 76,4
- Romarinho Sport PDTR$ 21 mil · 284 votosR$ 73,1
- Gerson Piassi DEMR$ 28 mil · 392 votosR$ 71,3
- Prof. Douglas Falçoni PPR$ 23 mil · 407 votosR$ 55,5
- Vermelho SOLIDARIEDADER$ 26 mil · 565 votosR$ 46,7
- Tico Da Auto Escola MOBILIZAR$ 16 mil · 353 votosR$ 46,6
- Domingos Fracaroli PSDBR$ 25 mil · 556 votosR$ 44,9
- Renato Bueno PSBR$ 16 mil · 394 votosR$ 39,8
- Dimas Luzório PSBR$ 19 mil · 510 votosR$ 38,2
- Éverton Zanuncio PDTR$ 15 mil · 413 votosR$ 36,5
- Paulo Ivan Casagrande PVR$ 22 mil · 726 votosR$ 29,8
- Renato Do Açougue SOLIDARIEDADER$ 17 mil · 632 votosR$ 27,3
Votos por real
- 2016, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 6,1 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.