Professor Delcir
Delcir da Silva Rocha · nasceu em 1947
Professor Delcir disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Mandaguaçu (PR)), pelo PTB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 61 anos, superior completo, servidor público civil aposentado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Professor Delcir declarou R$ 458,4 mil em bens, em reais de hoje: 6,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.
Declarou 6,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.
- Professor DelcirR$ 458,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Professor Delcir declarou ao TSE R$ 1,7 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Mandaguaçu (PR) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 1.20571,1%
- OutrosR$ 49028,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Mandaguaçu (PR), 2008
Mediana da disputa: R$ 21,6 por voto. Quem venceu, Ivanildo Santos, gastou R$ 8,38 por voto. O voto mais caro custou R$ 81,2; o mais barato, R$ 8,38.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cleverson Moreira PTBR$ 5,4 mil · 66 votosR$ 81,2
- Carmelino PDTR$ 2,7 mil · 62 votosR$ 44
- Arnaldo Rocco PTBR$ 17 mil · 482 votosR$ 36
- Daniel PRPR$ 3,6 mil · 126 votosR$ 28,8
- Saulo PDTR$ 4,5 mil · 164 votosR$ 27,5
- Alfredo PTR$ 3 mil · 112 votosR$ 26,7
- Guga Saes MDBR$ 5,7 mil · 263 votosR$ 21,6
- Artur MDBR$ 3,5 mil · 230 votosR$ 15,1
- Gibão PTBR$ 3,2 mil · 255 votosR$ 12,4
- Manuel Caraçato PTBR$ 5,9 mil · 500 votosR$ 11,7
- Carminho PRPR$ 4,1 mil · 449 votosR$ 9,14
- Ivanildo Santos PLR$ 2,7 mil · 325 votosR$ 8,38
Votos por real
- 2008, vereador: 144 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.