Apuração
Deputado federal · 2018 · REDE

Professor Cleisson

Cleisson da Silva Rios · nasceu em 1979

Professor Cleisson disputou uma eleição, em 2018, para deputado federal (Bahia), pelo REDE: não eleito.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoREDE−0,05← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoREDE2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, não eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 39 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Bahia
    REDE 1811· centro
    não eleito847 votos; 237º mais votado de 447 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Professor Cleisson teve 847 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 237º lugar entre 447 candidatos.

Recebeu votos em 65 cidades. Itororó deu 45,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,2%.

847 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 847 votos.
  1. Itororó (BA)383 votos45,2%
  2. Itabuna (BA)133 votos15,7%
  3. Itapetinga (BA)87 votos10,3%
  4. Salvador (BA)31 votos3,7%
  5. Vitória da Conquista (BA)28 votos3,3%
  6. Outras 50 cidades83 votos9,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Professor Cleisson declarou R$ 192,9 mil em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.

R$ 192,9 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 126.733 na declaração)

Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal na Bahia em 2018.

  • Professor CleissonR$ 192,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 67,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 192,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Professor Cleisson declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, em reais de hoje, 35% de dinheiro público.

2018 · Deputado federal · Bahia · REDE · não eleito

De onde veio

R$ 12,7 mil
35% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,7 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 8.33965,5%
  2. Fundo eleitoralTudo de Patriota - Bahia - Ba - EstadualR$ 4.40034,5%

Para onde foi

R$ 8.339
O maior gasto foi com material impresso: 84% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 8.339. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Empresa Brasileira De Correios E TelegrafosR$ 1.34216,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Bahia, 2018

Mediana da disputa: R$ 25,1 por voto. Quem venceu, Antonio Brito, gastou R$ 11,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 123; o mais barato, R$ 11,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 102 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.