Professor Charles Sartori
Charles Sangiorgi Sartori · nasceu em 1976
Professor Charles Sartori se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 40 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · São PauloMDB 15077· centro-direitasuplente3.518 votos; 487º mais votado de 1.878 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Professor Charles Sartori teve 3.518 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 487º lugar entre 1.878 candidatos.
Recebeu votos em 57 cidades. Jaú deu 81,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Charles Sartori declarou R$ 107,6 mil em bens, em reais de hoje: 4,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 30,9 mil acima da inflação.
Declarou 4,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Professor Charles SartoriR$ 107,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Charles Sartori declarou ao TSE R$ 301 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 270 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Jaú (SP) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.60370,3%
- PessoasR$ 2.52620,6%
- PartidoR$ 8006,5%
- Outros candidatosR$ 3042,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.52661,5%
- TransporteR$ 3.58729,3%
- PessoalR$ 8106,6%
- EscritórioR$ 2151,8%
- ServiçosR$ 970,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Jaú (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 68 por voto. Quem venceu, Borgo, gastou R$ 21,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 284; o mais barato, R$ 21,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Caseirinho PATRIOTAR$ 46 mil · 161 votosR$ 284
- Tomate PATRIOTAR$ 28 mil · 138 votosR$ 202
- Flavio Cassaro AGIRR$ 29 mil · 149 votosR$ 192
- Rubão Ruiz PATRIOTAR$ 38 mil · 250 votosR$ 152
- Valdiney Cabeleireiro PATRIOTAR$ 39 mil · 303 votosR$ 128
- Osvaldo Aranha AGIRR$ 35 mil · 327 votosR$ 106
- Maurilio Moretti PATRIOTAR$ 29 mil · 431 votosR$ 68
- Cléo Furquim MDBR$ 91 mil · 1.854 votosR$ 49,3
- Lampião PVR$ 26 mil · 788 votosR$ 33,3
- João Pacheco PSDBR$ 31 mil · 1.085 votosR$ 28,3
- Tuco Bauab MDBR$ 32 mil · 1.473 votosR$ 21,5
- Borgo PDTR$ 28 mil · 1.313 votosR$ 21,3
Votos por real
- 2016, vereador: 63 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 13 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.