Professor Celso Cavalheiro
Celso Cavalheiro · nasceu em 1965
Professor Celso Cavalheiro se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2008–2012), PTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2010Deputado estadual · Mato Grosso do SulPSDB 45000· centro-direitasuplente827 votos; 99º mais votado de 240 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Professor Celso Cavalheiro teve 827 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 99º lugar entre 240 candidatos.
Recebeu votos em 35 cidades. Campo Grande deu 78,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professor Celso Cavalheiro declarou R$ 242,4 mil em bens, em reais de hoje: 8,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 86 mil acima da inflação.
Declarou 8,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.
- Professor Celso CavalheiroR$ 242,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Professor Celso Cavalheiro declarou ao TSE R$ 133 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 120 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Terenos (MS) · PTB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 41759,6%
- Próprio bolsoR$ 28340,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 24190,9%
- EscritórioR$ 249,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Terenos (MS), 2020
Mediana da disputa: R$ 49,7 por voto. Quem venceu, Ricardinho Do Caminhão, gastou R$ 6,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 609; o mais barato, R$ 6,93.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nuilena Do Sete PTR$ 6,1 mil · 10 votosR$ 609
- Carlão Pit Bull PTR$ 2,9 mil · 15 votosR$ 191
- Professora Lorena PTR$ 3,3 mil · 19 votosR$ 172
- Ricardo Mota Maciel DEMR$ 6,5 mil · 42 votosR$ 156
- Dilma Gomes PTR$ 9,2 mil · 88 votosR$ 105
- Osvaldo Cascão PTR$ 2,9 mil · 37 votosR$ 77,3
- Junior Da Radio PSDBR$ 14 mil · 285 votosR$ 49,7
- Leandro Fernandes PSBR$ 3,5 mil · 81 votosR$ 42,8
- Dr Erasmo DEMR$ 4 mil · 98 votosR$ 40,6
- Lucilha DEMR$ 9,2 mil · 565 votosR$ 16,3
- Xirú PPR$ 3,6 mil · 469 votosR$ 7,69
- Ricardinho Do Caminhão PSBR$ 2 mil · 284 votosR$ 6,93
Votos por real
- 2020, vereador: 105 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 6,9 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.