Apuração
Vereador · 2020 · PTB

Professor Celso Cavalheiro

Celso Cavalheiro · nasceu em 1965

Professor Celso Cavalheiro se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,29← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSDB2010PSDB2012PSDB2020PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSDB (2008–2012), PTB (2020).

Dep. estadualVereadorPartidoPSDBPTB2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Terenos (MS)
    PTB 14777· centro-direita
    suplente
  2. 2012
    Vereador · Terenos (MS)
    PSDB 45000· centro-direita
    suplente218 votos
  3. 2010
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PSDB 45000· centro-direita
    suplente827 votos; 99º mais votado de 240 no estado
  4. 2008
    Vereador · Terenos (MS)
    PSDB 45000· centro-direita· na urna, Prof. Celso
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Professor Celso Cavalheiro teve 827 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 99º lugar entre 240 candidatos.

Recebeu votos em 35 cidades. Campo Grande deu 78,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,0%.

827 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 827 votos.
  1. Campo Grande (MS)645 votos78%
  2. Terenos (MS)49 votos5,9%
  3. Ponta Porã (MS)24 votos2,9%
  4. Guia Lopes da Laguna (MS)23 votos2,8%
  5. Aquidauana (MS)18 votos2,2%
  6. Outras 20 cidades25 votos3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Professor Celso Cavalheiro declarou R$ 242,4 mil em bens, em reais de hoje: 8,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 86 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 242,4 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 168.750 na declaração)

Declarou 8,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.

  • Professor Celso CavalheiroR$ 242,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 242,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Professor Celso Cavalheiro declarou ao TSE R$ 133 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 120 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Terenos (MS) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 701
60% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 701.
  1. Outros candidatosR$ 41759,6%
  2. Próprio bolsoR$ 28340,4%

Para onde foi

R$ 265
O maior gasto foi com material impresso: 91% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 265.
  1. Material impressoR$ 24190,9%
  2. EscritórioR$ 249,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Terenos (MS), 2020

Mediana da disputa: R$ 49,7 por voto. Quem venceu, Ricardinho Do Caminhão, gastou R$ 6,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 609; o mais barato, R$ 6,93.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Nuilena Do Sete PTR$ 6,1 mil · 10 votosR$ 609
  • Carlão Pit Bull PTR$ 2,9 mil · 15 votosR$ 191
  • Professora Lorena PTR$ 3,3 mil · 19 votosR$ 172
  • Ricardo Mota Maciel DEMR$ 6,5 mil · 42 votosR$ 156
  • Dilma Gomes PTR$ 9,2 mil · 88 votosR$ 105
  • Osvaldo Cascão PTR$ 2,9 mil · 37 votosR$ 77,3
  • Junior Da Radio PSDBR$ 14 mil · 285 votosR$ 49,7
  • Leandro Fernandes PSBR$ 3,5 mil · 81 votosR$ 42,8
  • Dr Erasmo DEMR$ 4 mil · 98 votosR$ 40,6
  • Lucilha DEMR$ 9,2 mil · 565 votosR$ 16,3
  • Xirú PPR$ 3,6 mil · 469 votosR$ 7,69
  • Ricardinho Do Caminhão PSBR$ 2 mil · 284 votosR$ 6,93

Votos por real

  • 2020, vereador: 105 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 6,9 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.