Apuração
Vice-prefeito · 2024 · PSOL

Professor Celestino

Edmilson Celestino de Barros · nasceu em 1965

Professor Celestino se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2024, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,75← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PCB2008PCB2024PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PCB (2006–2008), PSOL (2024).

GovernadorSuplente sen.Vice-prefeitoVereadorPartidoPCBPSOL’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2024: 59 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vice-prefeito · São Cristóvão (SE)
    PSOL 50· esquerda
    Na chapa de Daía
    chapa não eleita915 votos da chapa, 1,9%
  2. 2008
    PCB 21123· esquerda
    suplente
  3. 2006
    Governador · Sergipe
    PCB 21· esquerda
    não eleito2.562 votos, 0,3%
  4. 2006
    1º suplente de senador · Sergipe
    PCB 211· esquerda
    Na chapa de Professor Bosco
    chapa não eleita10.648 votos da chapa

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Professor Celestino declarou R$ 134,8 mil em bens, em reais de hoje: 7,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Sergipe. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 103,8 mil, já descontada a inflação.

Em 2024, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 134,8 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 50.000 na declaração)

Declarou 7,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Sergipe em 2008.

  • Professor CelestinoR$ 134,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 18,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 53,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 134,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Celestino declarou ao TSE R$ 4,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para governador: R$ 2,8 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · São Cristóvão (SE) · PCB · suplente

De onde veio

R$ 1.687
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.687.
  1. Próprio bolsoR$ 80347,6%
  2. EmpresasR$ 48228,6%
  3. Outros candidatosR$ 40223,8%

Para onde foi

R$ 1.687
O maior gasto foi com outros: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.687.
  1. OutrosR$ 88452,4%
  2. Material impressoR$ 66939,7%
  3. TransporteR$ 1347,9%

Quanto custou cada voto: vereador, São Cristóvão (SE), 2008

Mediana da disputa: R$ 38,7 por voto. Quem venceu, Irmão Gibson, gastou R$ 22,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 197; o mais barato, R$ 22,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Zé Luiz PSBR$ 18 mil · 91 votosR$ 197
  • Dra. Alvany PSBR$ 24 mil · 180 votosR$ 131
  • Glissan Aragão PHSR$ 35 mil · 375 votosR$ 93,1
  • Joca DCR$ 32 mil · 422 votosR$ 76,3
  • Pastor Souza REPUBLICANOSR$ 19 mil · 462 votosR$ 41,9
  • Jorjão DCR$ 24 mil · 632 votosR$ 38,7
  • Jardel Ramos PSBR$ 22 mil · 725 votosR$ 30,3
  • Jorge Lisboa PDTR$ 28 mil · 945 votosR$ 29,4
  • Gileno PHSR$ 22 mil · 753 votosR$ 29,3
  • Carlos Umbaubá PLR$ 24 mil · 952 votosR$ 24,8
  • Irmão Gibson PSBR$ 19 mil · 867 votosR$ 22,3

Votos por real

  • 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2006, governador: 909 votos por R$ 1.000, 18 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.