Apuração
Deputado federal · 2018 · PSOL

Professor Carlos Vaz

Carlos do Socorro Guerreiro Vaz · nasceu em 1971

Professor Carlos Vaz se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 1.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,45← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PTB2012CIDADANIA2014PSOL2016PSOL2018PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 3 partidos: PTB (2004–2008), CIDADANIA (2012), PSOL (2014–2018).

Dep. federalPrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPTBCIDADANIAPSOL20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 47 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Pará
    PSOL 5011· esquerda
    suplente16.495 votos; 41º mais votado de 129 no estado
  2. 2016
    PSOL 50· esquerda
    não eleito1.280 votos, 4,3%
  3. 2014
    Deputado federal · Pará
    PSOL 5011· esquerda
    suplente12.378 votos; 51º mais votado de 174 no estado
  4. 2012
    CIDADANIA 23· centro· na urna, Carlos Vaz
    Na chapa de Cacau
    chapa eleita10.567 votos da chapa, 38,7%
  5. 2008
    PTB 14· centro-direita
    não eleito1.422 votos, 5,9%
  6. 2004
    PTB 14888· centro-direita
    eleito722 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Professor Carlos Vaz teve 16.495 votos para deputado federal, 0,4% dos votos válidos do estado: 41º lugar entre 129 candidatos.

Recebeu votos em 97 cidades. São Miguel do Guamá deu 76,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,3%.

16.495 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 16.495 votos.
  1. São Miguel do Guamá (PA)12.582 votos76,3%
  2. Irituia (PA)930 votos5,6%
  3. Belém (PA)498 votos3%
  4. Castanhal (PA)279 votos1,7%
  5. São Domingos do Capim (PA)190 votos1,2%
  6. Outras 82 cidades946 votos5,7%
As outras 1 eleições para deputado
12.378 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 12.378 votos.
  1. São Miguel do Guamá (PA)9.844 votos79,5%
  2. Irituia (PA)848 votos6,9%
  3. Belém (PA)355 votos2,9%
  4. Mãe do Rio (PA)119 votos1%
  5. Castanhal (PA)110 votos0,9%
  6. Outras 66 cidades480 votos3,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Professor Carlos Vaz declarou R$ 771,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2018, o total subiu R$ 736,6 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 771,6 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 507.000 na declaração)

Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Pará em 2018.

  • Professor Carlos VazR$ 771,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 228,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 771,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Professor Carlos Vaz declarou ao TSE R$ 152 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 59 mil, 4,1% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · Pará · PSOL · suplente

De onde veio

R$ 53 mil
56% veio de fundos públicos; 15 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 53 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Socialismo E LiberdadeR$ 28,7 mil54,1%
  2. Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 20,5 mil38,7%
  3. Próprio bolsoR$ 3.0535,8%
  4. Fundo partidárioR$ 7811,5%

Para onde foi

R$ 25,7 mil
O maior gasto foi com transporte: 57% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 3.16712,3%
  2. InternetR$ 450,2%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Pará, 2018

Mediana da disputa: R$ 10,8 por voto. Quem venceu, Celso Sabino, gastou R$ 2,47 por voto. O voto mais caro custou R$ 75,5; o mais barato, R$ 2,47.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 643 votos por R$ 1.000, 3,7 vezes a mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 61 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 225 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 95 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.