Professor Carlos -Gueba
Carlos Alberto Fistarol · nasceu em 1965
Professor Carlos -Gueba se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PL (2004), DEM (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 43 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Professor Carlos -Gueba declarou R$ 80,9 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 55% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- Professor Carlos -GuebaR$ 80,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Carlos -Gueba declarou ao TSE R$ 6,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 4,8 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Timbó (SC) · DEM · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 1.70335,7%
- OutrosR$ 1.55332,6%
- ServiçosR$ 1.39229,2%
- EscritórioR$ 1182,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Timbó (SC), 2008
Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Tutti, gastou R$ 18,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 55,7; o mais barato, R$ 9,84.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alidor Hass MDBR$ 25 mil · 456 votosR$ 55,7
- Nereu Roepke PTBR$ 8 mil · 173 votosR$ 46,1
- Ivo Werling PSDBR$ 11 mil · 254 votosR$ 41,5
- Ivone Bonatti MDBR$ 19 mil · 519 votosR$ 37,5
- David Busarello MDBR$ 40 mil · 1.083 votosR$ 36,9
- Airton Dalpiaz MDBR$ 17 mil · 627 votosR$ 26,6
- Dida MDBR$ 16 mil · 646 votosR$ 24,9
- Tutti PSDBR$ 16 mil · 895 votosR$ 18,1
- Didmar Borchardt MDBR$ 7,8 mil · 445 votosR$ 17,6
- Douglas Emanuel Marchetti REPUBLICANOSR$ 6,9 mil · 433 votosR$ 15,8
- Professor Fabricio MDBR$ 8,5 mil · 603 votosR$ 14,1
- Jorge Kruger PDTR$ 6,9 mil · 701 votosR$ 9,84
Votos por real
- 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 196 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.