Professor Carlos Fangueiro
Carlos Alberto Fangueiro · nasceu em 1949
Professor Carlos Fangueiro se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2008), PSDB (2012), CIDADANIA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 67 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Carlos Fangueiro declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 35 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 1,7 mi, já descontada a inflação.
Declarou 35 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Professor Carlos FangueiroR$ 1,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Casa rua manoel bonifacioR$ 1 miCasa
- Curitiba paranaR$ 226 milApartamento
- PicassoR$ 76,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Balneario camboriu/scR$ 76,1 milApartamento
- Veiculo picasso 2009R$ 55,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Carlos Fangueiro declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 11 mil, 1,2% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Paranaguá (PR) · CIDADANIA · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 6.96361,6%
- Próprio bolsoR$ 3.65932,4%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Marcelo Elias Roque PrefeitoR$ 6836%
Para onde foi
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 3.05227%
- ServiçosR$ 1.29511,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2272%
- EscritórioR$ 190,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Paranaguá (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 35,5 por voto. Quem venceu, Fabio Santos, gastou R$ 13,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 79,4; o mais barato, R$ 13,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luciano Denardi PSDBR$ 57 mil · 724 votosR$ 79,4
- Jackson Da Estiva PDTR$ 27 mil · 488 votosR$ 56,2
- Dra. Bernardete PSBR$ 26 mil · 508 votosR$ 51,2
- Bispo Darci Borba PSCR$ 39 mil · 964 votosR$ 40,6
- Jozias Da Negui PDTR$ 67 mil · 1.701 votosR$ 39,3
- Sandra Neves PDTR$ 28 mil · 744 votosR$ 37,1
- Marquinhos Roque MDBR$ 49 mil · 1.391 votosR$ 35,5
- Vereador Nagel PSDR$ 37 mil · 1.258 votosR$ 29,2
- Edu PSDBR$ 32 mil · 1.144 votosR$ 27,9
- Waldir Leite PSCR$ 50 mil · 2.833 votosR$ 17,6
- Nilo PPR$ 22 mil · 1.438 votosR$ 15,4
- Fabio Santos PSDBR$ 23 mil · 1.633 votosR$ 13,8
Votos por real
- 2016, vereador: 80 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 217 votos por R$ 1.000, 6,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 736 votos por R$ 1.000, 19 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.