Apuração
Vereador · 2020 · PSOL

Professor Carlos Datovo

Carlos Roberto Datovo · nasceu em 1951

Professor Carlos Datovo se candidatou em 5 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,81← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PSOL2008PSOL2010PSOL2012PSOL2020PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSOL.

Dep. federalDep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPSOL20062008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Poá (SP)
    PSOL 50050· esquerda
    não eleito
  2. 2012
    Vereador · Poá (SP)
    PSOL 50951· esquerda· na urna, Prof Carlos Datovo
    não eleito
  3. 2010
    Deputado federal · São Paulo
    PSOL 5003· esquerda
    suplente700 votos; 652º mais votado de 1.030 no estado
  4. 2008
    Prefeito · Poá (SP)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito592 votos, 0,9%
  5. 2006
    Deputado estadual · São Paulo
    PSOL 50951· esquerda
    suplente505 votos; 1142º mais votado de 1.520 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Professor Carlos Datovo teve 700 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 652º lugar entre 1.030 candidatos.

Recebeu votos em 39 cidades. Poá deu 71,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,0%.

700 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 700 votos.
  1. Poá (SP)503 votos71,9%
  2. São Paulo (SP)90 votos12,9%
  3. Ferraz de Vasconcelos (SP)22 votos3,1%
  4. Suzano (SP)10 votos1,4%
  5. Guarulhos (SP)8 votos1,1%
  6. Outras 24 cidades28 votos4%
As outras 1 eleições para deputado
505 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 505 votos.
  1. Poá (SP)325 votos64,4%
  2. São Paulo (SP)89 votos17,6%
  3. Ferraz de Vasconcelos (SP)20 votos4%
  4. Mogi das Cruzes (SP)14 votos2,8%
  5. Itaquaquecetuba (SP)11 votos2,2%
  6. Outras 9 cidades9 votos1,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Professor Carlos Datovo declarou R$ 377,8 mil em bens, em reais de hoje: 22 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 19,9 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 377,8 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 263.000 na declaração)

Declarou 22 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • Professor Carlos DatovoR$ 377,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 377,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Professor Carlos Datovo declarou ao TSE R$ 43 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 23 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Poá (SP) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 1.303
78% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.303.
  1. Fundo eleitoralR$ 1.02078,3%
  2. Próprio bolsoR$ 28321,7%

Para onde foi

R$ 1.207
O maior gasto foi com serviços: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.207.
  1. ServiçosR$ 78064,6%
  2. Material impressoR$ 42735,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Poá (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 28,1 por voto. Quem venceu, Edevaldo Gonçalves, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 448; o mais barato, R$ 14,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Kelson Cavalcante PSDBR$ 35 mil · 79 votosR$ 448
  • Pedro Rodrigues SOLIDARIEDADER$ 13 mil · 44 votosR$ 304
  • Catarina Caseca PLR$ 26 mil · 145 votosR$ 177
  • Kula Da Cruma PSDBR$ 14 mil · 240 votosR$ 58,6
  • Edinho Do Kemel PODER$ 28 mil · 624 votosR$ 45,4
  • Edson Demetrio AVANTER$ 16 mil · 502 votosR$ 31,1
  • Professora Margarete PLR$ 17 mil · 605 votosR$ 28,1
  • Professor Pezão PLR$ 8,5 mil · 398 votosR$ 21,4
  • Clayton Belchior PSOLR$ 14 mil · 661 votosR$ 21,1
  • Dr. Saulo Dentista DEMR$ 9,9 mil · 584 votosR$ 16,9
  • Edevaldo Gonçalves PRTBR$ 13 mil · 783 votosR$ 16,6
  • Deneval Dias PLR$ 9,1 mil · 613 votosR$ 14,8

Votos por real

  • 2020, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 31 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 39 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.