Professor Carlos André
Carlos Andre Silva Tamez · nasceu em 1969
Professor Carlos André se candidatou em 4 eleições, de 2010 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSC (2010–2014), AVANTE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 47 anos, superior completo, fiscal, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014
- 2012
- 2010Deputado federal · ParanáPSC 2024· direita· na urna, Prof Carlos Andresuplente2.101 votos; 125º mais votado de 265 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Professor Carlos André teve 1.399 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 286º lugar entre 738 candidatos.
Recebeu votos em 58 cidades. Curitiba deu 76,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,7%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Carlos André declarou R$ 832 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2010 e 2016, o total caiu R$ 1,2 mi, já descontada a inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Professor Carlos AndréR$ 832 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Professor Carlos André declarou ao TSE R$ 143 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 133 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Curitiba (PR) · AVANTE · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Curitiba (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 54,2 por voto. Quem venceu, Cristiano Santos, gastou R$ 33,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 438; o mais barato, R$ 33,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Folador PVR$ 247 mil · 565 votosR$ 438
- Bernardo Duarte DCR$ 397 mil · 2.896 votosR$ 137
- Bruno Pessuti PSDR$ 430 mil · 4.562 votosR$ 94,3
- Veterinario Fernando Ibanez PHSR$ 467 mil · 5.572 votosR$ 83,9
- Professora Josete PTR$ 274 mil · 4.432 votosR$ 61,8
- Angelo Vanhoni PTR$ 263 mil · 4.257 votosR$ 61,7
- Jonny Stica PDTR$ 292 mil · 5.396 votosR$ 54,2
- Pier PTBR$ 404 mil · 7.868 votosR$ 51,3
- Sabino Picolo DEMR$ 303 mil · 6.565 votosR$ 46,1
- Beto Moraes PSDBR$ 386 mil · 10.097 votosR$ 38,2
- Helio Wirbiski CIDADANIAR$ 274 mil · 7.618 votosR$ 36
- Cristiano Santos PVR$ 206 mil · 6.151 votosR$ 33,6
Votos por real
- 2016, vereador: 729 votos por R$ 1.000, 8,3 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 415 votos por R$ 1.000, 9 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 123 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 16 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.