Prof. Carlos
Carlos Alberto da Silva · nasceu em 1980
Prof. Carlos se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, superior completo, servidor público estadual, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Prof. Carlos declarou R$ 297,3 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Ceará. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 253,5 mil acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Ceará em 2016.
- Prof. CarlosR$ 297,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 14,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 85 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Financiada pela caixa economica federalR$ 211,2 milCasa
- Medindo 7 metros de largura por 12 metros de comprimentoR$ 48,7 milCasa rural
- Carro volkwagemR$ 29,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Medindo 02 tarefas de terraR$ 8.123Terreno rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof. Carlos declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 21 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Jardim (CE) · PC do B · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.68094,9%
- PessoasR$ 2913,6%
- Outros candidatosR$ 1211,5%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.72858,4%
- ServiçosR$ 1.68420,8%
- Material impressoR$ 1.17614,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4866%
- EscritórioR$ 190,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Jardim (CE), 2016
Mediana da disputa: R$ 30,6 por voto. Quem venceu, Dr. Liliana, gastou R$ 15,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 216; o mais barato, R$ 15,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Verinha Cabeleireira PC do BR$ 16 mil · 75 votosR$ 216
- Pedro De Lô PC do BR$ 14 mil · 172 votosR$ 79
- Dra. Donizete PTR$ 39 mil · 523 votosR$ 74,6
- Tõe Do Sindicato PC do BR$ 17 mil · 469 votosR$ 36,2
- Pedro Borracheiro PC do BR$ 11 mil · 326 votosR$ 33,6
- Pequim PLR$ 41 mil · 1.339 votosR$ 30,8
- Carlos Costa PLR$ 16 mil · 533 votosR$ 30,6
- Humberto Aires PSDR$ 32 mil · 1.442 votosR$ 22
- Zé Ozanã PLR$ 16 mil · 890 votosR$ 18,2
- Edivan Nogueira PLR$ 17 mil · 962 votosR$ 18,1
- Zé Napoleão REPUBLICANOSR$ 31 mil · 1.843 votosR$ 16,8
- Dr. Liliana PPR$ 16 mil · 1.085 votosR$ 15,1
Votos por real
- 2016, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 6,2 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.