Professor Borret
Marcelo Borret Cortez · nasceu em 1970
Professor Borret se candidatou em 2 eleições, de 2014 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSOL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado federal · Santa CatarinaPSOL 5005· esquerdanão eleito6.155 votos; 47º mais votado de 128 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Professor Borret teve 6.155 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 47º lugar entre 128 candidatos.
Recebeu votos em 136 cidades. Florianópolis deu 60,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Borret declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2014 e 2016, o total caiu R$ 196,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2016.
- Professor BorretR$ 1,7 mi
- Mediana dos candidatosR$ 107,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 253,3 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Residência no bairro santa mônicaR$ 1,1 miCasa
- Sala no edifício canadá em florianópolisR$ 487,4 milSala ou conjunto
- Sandero 2013R$ 48,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Variante 1970R$ 4.874Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Borret declarou ao TSE R$ 11 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 9,6 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Florianópolis (SC) · PSOL · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Florianópolis (SC), 2016
Mediana da disputa: R$ 59,3 por voto. Quem venceu, Marcelo Da Intendência, gastou R$ 28,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 28,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- João Aderson Flores PSBR$ 111 mil · 1.018 votosR$ 109
- Acácio Garibaldi PSCR$ 114 mil · 1.137 votosR$ 100
- Rafael Daux MDBR$ 211 mil · 3.018 votosR$ 70
- Fernando Grubba PSDR$ 85 mil · 1.257 votosR$ 67,8
- Dalmo Meneses PSDR$ 174 mil · 2.670 votosR$ 65,2
- Fábio Braga PTBR$ 104 mil · 1.747 votosR$ 59,7
- Furlan PSCR$ 89 mil · 1.507 votosR$ 59,3
- Nildão PTR$ 106 mil · 1.845 votosR$ 57,3
- Luciano Formighieri PSDBR$ 99 mil · 1.747 votosR$ 56,5
- Tiago Silva MDBR$ 146 mil · 2.638 votosR$ 55,4
- Domingos Zancanaro PPR$ 106 mil · 2.586 votosR$ 41
- Marcelo Da Intendência PPR$ 89 mil · 3.162 votosR$ 28,1
Votos por real
- 2016, vereador: 337 votos por R$ 1.000, 8,2 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 642 votos por R$ 1.000, 7,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.