Professor Batata
Nilton César Greghi · nasceu em 1976
Professor Batata se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Passou por 2 partidos: PSB (2016), REPUBLICANOS (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 48 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Mococa (SP)REPUBLICANOS 55· direitaNa chapa de Eduardo Barisonchapa eleita16.808 votos da chapa, 54,8%
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Professor Batata declarou R$ 1.105 em bens, em reais de hoje. Entre 2020 e 2024, o total caiu R$ 15,8 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Batata declarou ao TSE R$ 4,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 3,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Mococa (SP) · REPUBLICANOS · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 2.95876,5%
- EscritórioR$ 1293,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Mococa (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 61,1 por voto. Quem venceu, Elisangela Maziero, gastou R$ 3,52 por voto. O voto mais caro custou R$ 272; o mais barato, R$ 3,52.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Maria PLR$ 7,1 mil · 26 votosR$ 272
- Rose Braga PSBR$ 7,1 mil · 27 votosR$ 262
- Stela Do Bar PLR$ 7,1 mil · 40 votosR$ 177
- Renata Colpani PLR$ 7,1 mil · 93 votosR$ 76,1
- Eliene Lima PLR$ 7,1 mil · 103 votosR$ 68,7
- Neyre Adriana PLR$ 21 mil · 350 votosR$ 61,1
- Gilmar Igarai MDBR$ 6,2 mil · 243 votosR$ 25,5
- Val Miranda REPUBLICANOSR$ 7,1 mil · 550 votosR$ 12,9
- Paulo Miquelin Enfermeiro PSDR$ 9,9 mil · 794 votosR$ 12,5
- Bob Jose Roberto PSDR$ 5,8 mil · 529 votosR$ 11
- Elisangela Maziero PSDR$ 7,1 mil · 2.011 votosR$ 3,52
Votos por real
- 2020, vereador: 154 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 342 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.