Professor Barreto
Marco Antonio Carvalho Barreto Fialho · nasceu em 1957
Professor Barreto se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 59 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Barreto declarou R$ 63,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 48 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Professor BarretoR$ 63,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Barreto declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Rosário do Sul (RS) · PT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 97676,1%
- ServiçosR$ 16212,6%
- EscritórioR$ 14411,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Rosário do Sul (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 35,2 por voto. Quem venceu, Alvaro Gonçalves, gastou R$ 19,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 60,8; o mais barato, R$ 19,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Alsom PPR$ 23 mil · 379 votosR$ 60,8
- Maria Eugenia PDTR$ 29 mil · 497 votosR$ 58,6
- Leonardo Vargas - Nico PTBR$ 37 mil · 642 votosR$ 58,2
- Adriano Dornelles DEMR$ 49 mil · 849 votosR$ 57,8
- Andreia Irion MDBR$ 11 mil · 191 votosR$ 56
- Jalusa Sampaio PPR$ 36 mil · 763 votosR$ 47,7
- Gilson Alves O Padeiro PDTR$ 22 mil · 629 votosR$ 35,2
- Engenheiro Eduardo Oliveira PPR$ 9,3 mil · 347 votosR$ 26,8
- Ademir Melo PTBR$ 13 mil · 532 votosR$ 23,8
- Marcio Valles PTBR$ 12 mil · 596 votosR$ 20,3
- Catarina Vasconcelos - Cata CIDADANIAR$ 14 mil · 684 votosR$ 20,2
- Alvaro Gonçalves REPUBLICANOSR$ 12 mil · 613 votosR$ 19,8
Votos por real
- 2016, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.