Professor Armelindo
Armelindo de Deus Correa · nasceu em 1963
Professor Armelindo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 4 partidos: PTB (2004), PT (2008), PSB (2016), MDB (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 61 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Professor Armelindo declarou R$ 2,3 mi em bens, em reais de hoje: 70 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 1,9 mi acima da inflação.
Declarou 70 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2024.
- Professor ArmelindoR$ 2,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 32 mil
- Mediana dos eleitosR$ 120,9 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 8 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- 01 Sitio 82.28 hectares no municipio de cocalinho-mtR$ 1,3 miOutros bens imóveis rural
- 171 Animais - bovinosR$ 284,6 milRebanho e animais
- 01 Casa no municipio de cocalinho-mtR$ 165,7 milCasa
- 03 Lotes no municipio de cocalinho-mtR$ 165,7 milTerreno
- 01 Sala comercial no municipio de santa fe do sul-spR$ 132,6 milSala ou conjunto
- Toyota hilux ano 2011R$ 99,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 Lote no municipio de santa fe do sul-spR$ 77,3 milTerreno
- 01 Ford f 100 ano 1990R$ 16,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Armelindo declarou ao TSE R$ 4,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cocalinho (MT) · PSB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 1.61991,3%
- PessoasR$ 1548,7%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.61991,3%
- Material impressoR$ 1548,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Cocalinho (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 61,9 por voto. Quem venceu, Ismeraldo, gastou R$ 8,87 por voto. O voto mais caro custou R$ 397; o mais barato, R$ 8,87.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Irmã Glorinha MDBR$ 2 mil · 5 votosR$ 397
- Dona Aneuzi PRPR$ 1,8 mil · 7 votosR$ 253
- Dilma Do Meu Bem Paulinho MDBR$ 2 mil · 11 votosR$ 181
- Naita PDTR$ 1,8 mil · 15 votosR$ 118
- Vinicius Garcia PDTR$ 10 mil · 119 votosR$ 84
- Erico Barreto PTR$ 14 mil · 185 votosR$ 73,8
- Carneiro MDBR$ 9,7 mil · 156 votosR$ 61,9
- Magal PRPR$ 8,8 mil · 154 votosR$ 57,1
- Fabio Arruda REPUBLICANOSR$ 9,6 mil · 237 votosR$ 40,7
- Ze Das Cangas MDBR$ 6,4 mil · 166 votosR$ 38,3
- Edivan Dornel - Meu Lider PSDR$ 5,8 mil · 194 votosR$ 30
- Ismeraldo PSDBR$ 2 mil · 223 votosR$ 8,87
Votos por real
- 2016, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 79 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 114 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.