Apuração
1º suplente de senador · 2018 · PT

Professor Antonio Bites

Antonio Bites Leao · nasceu em 1947

Professor Antonio Bites se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2018, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012PT2014PT2018PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Sempre pelo PT.

Suplente sen.VereadorPartidoPT200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2018, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2018: 71 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    1º suplente de senador · Goiás
    PT 131· esquerda
    Na chapa de Professora Geli
    chapa não eleita132.773 votos da chapa
  2. 2014
    2º suplente de senador · Goiás
    PT 131· centro-esquerda· na urna, Antonio Bites
    Na chapa de Marina Santanna
    chapa não eleita298.589 votos da chapa
  3. 2012
    PT 13627· centro-esquerda
    eleito550 votos
  4. 2008
    PT 13627· centro-esquerda
    eleito713 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Professor Antonio Bites declarou R$ 58,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 569,1 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 58,4 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 38.360 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 58,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Antonio Bites declarou ao TSE R$ 93 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 60 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Valparaíso de Goiás (GO) · PT · eleito

De onde veio

R$ 33 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 33 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 28,2 mil85,2%
  2. Outros candidatosR$ 1080,3%

Para onde foi

R$ 33 mil
O maior gasto foi com material impresso: 82% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 33 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalR$ 9552,9%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 5421,6%
  3. EscritórioR$ 910,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Valparaíso de Goiás (GO), 2012

Mediana da disputa: R$ 133 por voto. Quem venceu, Joaquim Lacerda, gastou R$ 60,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 612; o mais barato, R$ 60,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.