Professor Alexandre Elias
Alexandre Elias da Silva · nasceu em 1973
Professor Alexandre Elias se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSTU.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 43 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Alexandre Elias declarou R$ 152,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 93,5 mil acima da inflação.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Alexandre Elias declarou ao TSE R$ 9,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 5,4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Macaé (RJ) · PSTU · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.52657,8%
- PessoasR$ 1.84642,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.52657,8%
- ServiçosR$ 1.84642,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Macaé (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 35 por voto. Quem venceu, George Jardim, gastou R$ 26,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 93; o mais barato, R$ 26,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maxwell Vaz SOLIDARIEDADER$ 227 mil · 2.441 votosR$ 93
- Luciano Diniz MDBR$ 187 mil · 2.334 votosR$ 80,1
- Ricardo Salgado MDBR$ 110 mil · 1.606 votosR$ 68,2
- Guto Garcia MDBR$ 188 mil · 3.210 votosR$ 58,5
- Lucio Mauro PDTR$ 71 mil · 1.648 votosR$ 43,2
- Renata Paes PSCR$ 76 mil · 2.055 votosR$ 37,1
- Boca MDBR$ 62 mil · 1.772 votosR$ 35
- Paulo Antunes MDBR$ 83 mil · 2.396 votosR$ 34,5
- Dr. Eduardo CIDADANIAR$ 67 mil · 1.961 votosR$ 34,3
- Dr. Márcio Bittencourt MDBR$ 75 mil · 2.484 votosR$ 30,2
- Cesinha Com Todo Gás PROSR$ 94 mil · 3.390 votosR$ 27,6
- George Jardim MDBR$ 73 mil · 2.772 votosR$ 26,5
Votos por real
- 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 59 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.