Apuração
1º suplente de senador · 2022 · PL

Professor Alberto

Alberto Alves da Fonseca · nasceu em 1966

Professor Alberto se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleito em 4.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,62← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSB2008DEM2012DEM2016PL2020PL2022PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012, 2016 e 2020.

Passou por 3 partidos: PSB (2004), DEM (2008–2012), PL (2016–2022).

Suplente sen.VereadorPartidoPSBDEMPL’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2022, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2022: 55 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    1º suplente de senador · São Paulo
    PL 222· direita
    chapa eleita10.714.913 votos da chapa
  2. 2020
    Vereador · Campinas (SP)
    PL 22000· direita
    eleito3.990 votos
  3. 2016
    Vereador · Campinas (SP)
    PL 22000· direita
    eleito6.288 votos
  4. 2012
    Vereador · Campinas (SP)
    DEM 25400· direita
    eleito6.375 votos
  5. 2008
    Vereador · Campinas (SP)
    DEM 25400· direita
    eleito5.342 votos
  6. 2004
    Vereador · Jundiaí (SP)
    PSB 40610· centro-esquerda· na urna, Prof. Alberto
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2022, Professor Alberto declarou R$ 857,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2022, o total subiu R$ 426,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 857,5 mil
em bens declarados em 2022, em reais de setembro de 2026 (R$ 711.867 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 857,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2022, do maior ao menor
  1. Casa Residencial em CampinasR$ 563,3 mil
    Casa
  2. Apartamento em campinasR$ 217,7 mil
    Apartamento
  3. Toyota ehios premium 2018R$ 48,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Poupança santanderR$ 24,4 mil
    Outros bens e direitos
  5. Conta corrente santander S/AR$ 2.412
    Conta corrente no país
  6. Título de capitalização santander S/AR$ 1.507
    Outros bens e direitos
  7. Conta corrente banco do brasilR$ 52
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Professor Alberto declarou ao TSE R$ 426 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 191 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Campinas (SP) · PL · eleito

De onde veio

R$ 104,2 mil
3,4% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 104,2 mil.
  1. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 72,2 mil69,3%
  2. Próprio bolsoR$ 28,4 mil27,3%
  3. Outros candidatosR$ 3.5383,4%

Para onde foi

R$ 98 mil
O maior gasto foi com serviços: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 98 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal21 pessoas, não nomeadasR$ 16,8 mil17,2%
  2. EscritórioR$ 12,5 mil12,7%
  3. TransporteR$ 9.76510%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 2.0292,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Campinas (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 71,8 por voto. Quem venceu, Mariana Conti, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.843; o mais barato, R$ 15,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Monica Custodio REPUBLICANOSR$ 142 mil · 50 votosR$ 2.843
  • Valeria Francis REPUBLICANOSR$ 204 mil · 76 votosR$ 2.682
  • Rosana Olivier REPUBLICANOSR$ 182 mil · 183 votosR$ 997
  • Adriana Spadoni PODER$ 141 mil · 207 votosR$ 683
  • Luizinho Gonzaga REPUBLICANOSR$ 318 mil · 1.129 votosR$ 282
  • André Marujo PSBR$ 148 mil · 1.140 votosR$ 130
  • Arnaldo Salvetti MDBR$ 256 mil · 3.570 votosR$ 71,8
  • Cidão Santos PSLR$ 224 mil · 3.995 votosR$ 56,1
  • Edison Ribeiro PSLR$ 206 mil · 4.355 votosR$ 47,4
  • Guida Calixto PTR$ 148 mil · 3.645 votosR$ 40,6
  • Fernando Mendes REPUBLICANOSR$ 232 mil · 6.539 votosR$ 35,5
  • Mariana Conti PSOLR$ 173 mil · 10.886 votosR$ 15,9

Votos por real

  • 2020, vereador: 41 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 97 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.