Apuração
Vereador · 2008 · PT

Professor Ailton

Jose Ailton da Cruz · nasceu em 1973

Professor Ailton disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Nova Serrana (MG)), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPT2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 35 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Nova Serrana (MG)
    PT 13123· centro-esquerda
    suplente409 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Professor Ailton declarou R$ 104,3 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 104,3 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 38.699 na declaração)

Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Professor AiltonR$ 104,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 104,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Um lote de terreno sem benfeitorias com area de 438 M2R$ 40,4 mil
    Imóveis
  2. Veiculo fiat palio edx ano 1997 cor azulR$ 28,3 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  3. Uma moto honda CG150 titan ESR$ 15,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Em poder do declaranteR$ 8.089
    Outros
  5. 50% Saldo em caderneta de poupançaR$ 6.088
    Dinheiro e aplicações
  6. 100% Do capital social da empresa individual jose ailton…R$ 5.393
    Empresas e participações
  7. Banco itau S/A contaR$ 159
    Dinheiro e aplicações
  8. Poupança-banco itauR$ 11
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Professor Ailton declarou ao TSE R$ 9,1 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Nova Serrana (MG) · PT · suplente

De onde veio

R$ 9.149
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.149.
  1. Próprio bolsoR$ 6.41270,1%
  2. PartidoR$ 1.77219,4%
  3. PessoasR$ 96410,5%

Para onde foi

R$ 9.149
O maior gasto foi com outros: 91% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.149.
  1. OutrosR$ 8.30590,8%
  2. Material impressoR$ 6326,9%
  3. EscritórioR$ 1551,7%
  4. TransporteR$ 540,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Nova Serrana (MG), 2008

Mediana da disputa: R$ 54,8 por voto. Quem venceu, Euzébio, gastou R$ 28,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 253; o mais barato, R$ 28,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.