Apuração
Vice-prefeito · 2012 · PT

Professor Adriano

Adriano Gomes Fragoso · nasceu em 1985

Professor Adriano se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Vice-prefeitoVereadorPartidoPT200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2012, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2012: 27 anos, superior completo, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vice-prefeito · Manduri (SP)
    PT 13· centro-esquerda
    Na chapa de Ivanete Vieira
    chapa não eleita1.122 votos da chapa, 20,0%
  2. 2008
    Vereador · Manduri (SP)
    PT 13123· centro-esquerda
    suplente136 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Professor Adriano declarou R$ 15,3 mil em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 15,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 7.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 15,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Professor Adriano declarou ao TSE R$ 407 em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Manduri (SP) · PT · suplente

De onde veio

R$ 407
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 407
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Manduri (SP), 2008

Mediana da disputa: R$ 18,7 por voto. Quem venceu, Ivanete Vieira, gastou R$ 3,23 por voto. O voto mais caro custou R$ 279; o mais barato, R$ 3,23.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Val Girioli DEMR$ 16 mil · 56 votosR$ 279
  • Léo MDBR$ 2,1 mil · 22 votosR$ 96,8
  • Ica PDTR$ 2 mil · 53 votosR$ 38,5
  • Mauricio Da Prefeitura PSDBR$ 1,4 mil · 41 votosR$ 35,1
  • Paulo Roberto MDBR$ 5,4 mil · 211 votosR$ 25,6
  • Decio MDBR$ 7,3 mil · 386 votosR$ 19
  • João Nascimento MDBR$ 6,3 mil · 336 votosR$ 18,7
  • David Coradi PTBR$ 2,7 mil · 221 votosR$ 12,2
  • Zé Roberto PSDBR$ 1,4 mil · 121 votosR$ 11,4
  • Evandro Careca PDTR$ 2 mil · 197 votosR$ 9,95
  • Nivaldo DEMR$ 1,6 mil · 270 votosR$ 5,86
  • Ivanete Vieira PTR$ 1,7 mil · 521 votosR$ 3,23

Votos por real

  • 2008, vereador: 136 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.