Apuração
Vereador · 2024 · PSD

Professor Adalmir

Adalmir D Aguila de Souza · nasceu em 1978

Professor Adalmir se candidatou em 6 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,46← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PRTB2012PRTB2014PRTB2016PSDB2020PP2024PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 4 partidos: PRTB (2008–2014), PSDB (2016), PP (2020), PSD (2024).

Dep. federalVereadorPartidoPRTBPSDBPPPSD’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 46 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    PSD 55333· centro-direita
    suplente
  2. 2020
    PP 11779· direita
    suplente10.861 votos
  3. 2016
    PSDB 45779· centro-direita
    eleito8.804 votos
  4. 2014
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PRTB 2829· direita
    suplente3.162 votos; 238º mais votado de 953 no estado
  5. 2012
    PRTB 28333· direita
    suplente
  6. 2008
    PRTB 28333· direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Professor Adalmir teve 3.162 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 238º lugar entre 953 candidatos.

Recebeu votos em 30 cidades. Rio de Janeiro deu 86,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,7%.

3.162 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 3.162 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)2.746 votos86,8%
  2. Belford Roxo (RJ)65 votos2,1%
  3. Nilópolis (RJ)65 votos2,1%
  4. São João de Meriti (RJ)62 votos2%
  5. Nova Iguaçu (RJ)40 votos1,3%
  6. Outras 15 cidades40 votos1,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Professor Adalmir declarou R$ 209,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 91,3 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 209,9 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 190.000 na declaração)

Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2024.

Cada quadrado é 1% de R$ 209,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Professor Adalmir declarou ao TSE R$ 1,1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 379 mil, 1,2% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Rio de Janeiro (RJ) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 361,3 mil
92% veio de fundos públicos; 15 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 361,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 29,7 mil8,2%

Para onde foi

R$ 328 mil
O maior gasto foi com pessoal: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 328 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 15,9 mil4,8%
  2. InternetR$ 8.7502,7%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 5470,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio de Janeiro (RJ), 2024

Mediana da disputa: R$ 110 por voto. Quem venceu, Carlos Bolsonaro, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 554; o mais barato, R$ 12,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ronaldo Faria PLR$ 2 milhão · 3.558 votosR$ 554
  • Rafaela Albergaria PC do BR$ 2 milhão · 4.546 votosR$ 438
  • Marcos Braz PLR$ 1,6 milhão · 8.151 votosR$ 201
  • Heloísa Helena REDER$ 2,1 milhões · 11.971 votosR$ 174
  • Waguinho Cantor PLR$ 1,6 milhão · 9.523 votosR$ 172
  • Diego Faro PLR$ 2 milhões · 12.675 votosR$ 160
  • Jorge Canella UNIÃOR$ 2,1 milhões · 19.353 votosR$ 110
  • Marcos Dias PODER$ 1,7 milhão · 16.209 votosR$ 107
  • Cesar Maia PSDR$ 2,1 milhões · 29.665 votosR$ 71,5
  • Joyce Trindade PSDR$ 1,6 milhão · 30.466 votosR$ 51,4
  • Carlo Caiado PSDR$ 1,7 milhão · 47.671 votosR$ 36
  • Carlos Bolsonaro PLR$ 1,6 milhão · 130.480 votosR$ 12,6

Votos por real

  • 2024, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 40 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.