Professor Adalmir
Adalmir D Aguila de Souza · nasceu em 1978
Professor Adalmir se candidatou em 6 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 4 partidos: PRTB (2008–2014), PSDB (2016), PP (2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 46 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2014, parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2014Deputado federal · Rio de JaneiroPRTB 2829· direitasuplente3.162 votos; 238º mais votado de 953 no estado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Professor Adalmir teve 3.162 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 238º lugar entre 953 candidatos.
Recebeu votos em 30 cidades. Rio de Janeiro deu 86,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Professor Adalmir declarou R$ 209,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 91,3 mil acima da inflação.
Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2024.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Professor Adalmir declarou ao TSE R$ 1,1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 379 mil, 1,2% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Rio de Janeiro (RJ) · PSD · suplente
De onde veio
- Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 29,7 mil8,2%
Para onde foi
- ServiçosR$ 15,9 mil4,8%
- InternetR$ 8.7502,7%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5470,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio de Janeiro (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 110 por voto. Quem venceu, Carlos Bolsonaro, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 554; o mais barato, R$ 12,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ronaldo Faria PLR$ 2 milhão · 3.558 votosR$ 554
- Rafaela Albergaria PC do BR$ 2 milhão · 4.546 votosR$ 438
- Marcos Braz PLR$ 1,6 milhão · 8.151 votosR$ 201
- Heloísa Helena REDER$ 2,1 milhões · 11.971 votosR$ 174
- Waguinho Cantor PLR$ 1,6 milhão · 9.523 votosR$ 172
- Diego Faro PLR$ 2 milhões · 12.675 votosR$ 160
- Jorge Canella UNIÃOR$ 2,1 milhões · 19.353 votosR$ 110
- Marcos Dias PODER$ 1,7 milhão · 16.209 votosR$ 107
- Cesar Maia PSDR$ 2,1 milhões · 29.665 votosR$ 71,5
- Joyce Trindade PSDR$ 1,6 milhão · 30.466 votosR$ 51,4
- Carlo Caiado PSDR$ 1,7 milhão · 47.671 votosR$ 36
- Carlos Bolsonaro PLR$ 1,6 milhão · 130.480 votosR$ 12,6
Votos por real
- 2024, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 40 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.