Prof Vanderli
Vanderli da Aparecida Kachorovski Chiminazzo · nasceu em 1958
Prof Vanderli se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleita em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 54 anos, superior completo, professor de ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Prof Vanderli declarou R$ 175,3 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 40,5 mil acima da inflação.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- Prof VanderliR$ 175,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof Vanderli declarou ao TSE R$ 3,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 2,1 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereadora · Muçum (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.27893,8%
- Outros candidatosR$ 846,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.01674,6%
- ServiçosR$ 34725,4%
Quanto custou cada voto: vereadora, Muçum (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 50,3 por voto. Quem venceu, Jonas Caron, gastou R$ 16,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 88,6; o mais barato, R$ 16,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Claudir Frozza PSDBR$ 8 mil · 90 votosR$ 88,6
- Carlesso PPR$ 6,1 mil · 76 votosR$ 79,7
- Andre Vianini PSDBR$ 9,7 mil · 148 votosR$ 65,3
- Karina Folle PTR$ 5,9 mil · 98 votosR$ 60,6
- Renatinho PSDBR$ 6,4 mil · 120 votosR$ 53,3
- Elton Pezzi PPR$ 8,8 mil · 170 votosR$ 52
- Carlos Do Correio PTR$ 5,4 mil · 108 votosR$ 50,3
- Beto PPR$ 5,4 mil · 107 votosR$ 50,1
- Marcolin PSDBR$ 11 mil · 216 votosR$ 48,7
- Adair Jose Villa PSDBR$ 8,9 mil · 193 votosR$ 46,2
- Mauro MDBR$ 6 mil · 213 votosR$ 28,1
- Jonas Caron PPR$ 7 mil · 411 votosR$ 16,9
Votos por real
- 2012, vereadora: 16 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 89 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.