Prof. Toninho Reis
Antonio Carlos dos Reis · nasceu em 1961
Prof. Toninho Reis se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 2 partidos: PC do B (2004), PSDB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 51 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008Vereador · Franco da Rocha (SP)PSDB 45500· centro-direita· na urna, Professor Toninho Reiseleito1.558 votos
- 2004Vereador · Franco da Rocha (SP)PC do B 65500· esquerda· na urna, Professor Toninho Reiseleito1.014 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Prof. Toninho Reis declarou R$ 565,3 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 147,4 mil acima da inflação.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- Prof. Toninho ReisR$ 565,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Av. são pauloR$ 241 milTerreno
- E terreno na rua joão raisR$ 131,5 milCasa
- Na rua zufereyR$ 131,5 milTerreno
- AstraR$ 61,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof. Toninho Reis declarou ao TSE R$ 87 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 47 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Franco da Rocha (SP) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 34,7 mil73,6%
- PessoasR$ 11,7 mil24,8%
- PartidoR$ 7471,6%
Para onde foi
- TransporteR$ 15,9 mil33,7%
- Material impressoR$ 15,8 mil33,5%
- PessoalR$ 10,2 mil21,6%
- EventosR$ 2.5995,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.1664,6%
- EscritórioR$ 5461,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Franco da Rocha (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 79 por voto. Quem venceu, Toninho Lopes, gastou R$ 45,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 261; o mais barato, R$ 45,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marcos Guerra PTBR$ 274 mil · 1.050 votosR$ 261
- Marcelo Cypriano CIDADANIAR$ 78 mil · 385 votosR$ 202
- Hamamoto MDBR$ 60 mil · 501 votosR$ 120
- Toninho Do Posto PTBR$ 63 mil · 546 votosR$ 115
- Tg PSDBR$ 109 mil · 1.088 votosR$ 99,9
- Pablo Cunha PTBR$ 100 mil · 1.261 votosR$ 79,4
- Tenorio PVR$ 105 mil · 1.325 votosR$ 79
- Rafael PSDBR$ 145 mil · 2.045 votosR$ 71,1
- Guinho PSDBR$ 75 mil · 1.171 votosR$ 63,8
- George PTR$ 64 mil · 1.284 votosR$ 49,9
- Neiva Hernandez PVR$ 101 mil · 2.035 votosR$ 49,6
- Toninho Lopes PSDR$ 141 mil · 3.122 votosR$ 45,2
Votos por real
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 143 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.