Professor Sucena
Antonio Sucena Bonifacio · nasceu em 1943
Professor Sucena se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 72 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Professor Sucena declarou R$ 221,8 mil em bens, em reais de hoje: 9,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 27,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 9,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Professor SucenaR$ 221,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Situado rua eldegonda martinelli sgorlon 124 brotas/spR$ 120,1 milPrédio residencial
- Fiat grand siena attractiv 1.4 ano 2013R$ 58,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do brasil ag. 6556 brotas/spR$ 17,7 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- 1/6 Imovel sito pça antonio carlos 551-559 calds MGR$ 16,2 milPrédio residencial
- Banco santander ag 0173 brotas/spR$ 5.656Conta corrente no país
- Poupança santander age 0173 brotas/spR$ 3.665Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Sucena declarou ao TSE R$ 9,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 4,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Brotas (SP) · PV · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.04073,5%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 64823,3%
- PartidoR$ 893,2%
Para onde foi
- Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 1.61958,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Brotas (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 19,3 por voto. Quem venceu, Claudio Da Farmacia, gastou R$ 2,74 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 2,74.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Anisinho PC do BR$ 4 mil · 39 votosR$ 104
- Kelly Lorenzetti PSCR$ 3,9 mil · 73 votosR$ 52,7
- Julinho Lourenção PSDBR$ 7 mil · 175 votosR$ 40,1
- Leca Berto SOLIDARIEDADER$ 14 mil · 362 votosR$ 37,3
- Valdir Sgorlon PTBR$ 10 mil · 469 votosR$ 21,8
- Lidio Do Bar PTBR$ 3,5 mil · 173 votosR$ 20,3
- Guarani PRPR$ 7,9 mil · 409 votosR$ 19,3
- Rodrigo Saldanha PTBR$ 3,9 mil · 331 votosR$ 11,7
- Reginaldo Sgorlon DEMR$ 3,8 mil · 337 votosR$ 11,3
- Mirinho Da Vara PSDR$ 4,3 mil · 395 votosR$ 10,9
- Osvaldo Pessoa AGIRR$ 3,1 mil · 333 votosR$ 9,24
- Claudio Da Farmacia PSBR$ 3 mil · 1.107 votosR$ 2,74
Votos por real
- 2016, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 131 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.