Prof Silfarney
Silfarney Cruz Ramos · nasceu em 1978
Prof Silfarney disputou uma eleição, em 2016, para vereador (São Paulo de Olivença (AM)), pelo PSOL: suplente.
Esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 38 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Prof Silfarney declarou R$ 243,7 mil em bens, em reais de hoje.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador no Amazonas não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Prof Silfarney declarou ao TSE R$ 706 em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · São Paulo de Olivença (AM) · PSOL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 54477,1%
- Próprio bolsoR$ 16222,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 52073,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 18626,4%
Quanto custou cada voto: vereador, São Paulo de Olivença (AM), 2016
Mediana da disputa: R$ 28 por voto. Quem venceu, Alcides, gastou R$ 12,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 230; o mais barato, R$ 12,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sebastião Chibata DEMR$ 6,9 mil · 30 votosR$ 230
- Adrimar DEMR$ 7,7 mil · 130 votosR$ 59,2
- Professor Marilson PSDR$ 5,1 mil · 94 votosR$ 54,6
- Professor Delcimar PSCR$ 5,1 mil · 118 votosR$ 43,5
- Professor Néu PSLR$ 5,1 mil · 150 votosR$ 34,2
- Eroca Fermin PSDR$ 6,2 mil · 204 votosR$ 30,3
- Marinez PATRIOTAR$ 5,1 mil · 183 votosR$ 28
- Professor Adahilton PTR$ 5 mil · 213 votosR$ 23,3
- Osiel PSDR$ 5,1 mil · 239 votosR$ 21,5
- Jorge Bacú PODER$ 5,1 mil · 272 votosR$ 18,9
- Marcio Tango MDBR$ 7,6 mil · 540 votosR$ 14,1
- Alcides PSDR$ 4,6 mil · 371 votosR$ 12,4
Votos por real
- 2016, vereador: 225 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.