Apuração
Vereador · 2016 · PSB

Prof. Sidney Leão

Sidney Leão de Souza · nasceu em 1965

Prof. Sidney Leão disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Conchas (SP)), pelo PSB: eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSB2016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 51 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Conchas (SP)
    PSB 40888· centro-esquerda
    eleito430 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Prof. Sidney Leão declarou R$ 277,5 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 277,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 170.793 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Prof. Sidney LeãoR$ 277,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 277,5 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Junto ao banco santanderR$ 95,8 mil
    Caderneta de poupança
  2. Junto ao banco do brasilR$ 49,8 mil
    Consórcio não contemplado
  3. Casa residencialR$ 40,6 mil
    Casa
  4. Junto ao banco santanderR$ 36,4 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  5. Premios acumulados na brasilprev seguros e previdenciaR$ 22,5 mil
    Outras aplicações
  6. Carro fiat uno ano 2007R$ 14,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. Junto ao banco do brasilR$ 6.500
    Caderneta de poupança
  8. Junto ao banco do brasilR$ 6.214
    Caderneta de poupança
  9. Aplicação ourocap junto ao banco do brasilR$ 2.937
    Outras aplicações
  10. Titulos de capitalização junto ao banco santanderR$ 2.525
    Outras aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Prof. Sidney Leão declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Conchas (SP) · PSB · eleito

De onde veio

R$ 1.776
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 1.776
O maior gasto foi com serviços: 71% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.776.
  1. ServiçosTudo de Comissao Provisoria De Conchas Do Partido Socialista BrasileiroR$ 1.26871,4%
  2. Material impressoTudo de Comissao Provisoria De Conchas Do Partido Socialista BrasileiroR$ 50828,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Conchas (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 27,2 por voto. Quem venceu, Prof Paulo Nunes, gastou R$ 11 por voto. O voto mais caro custou R$ 60,7; o mais barato, R$ 11.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 242 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.