Prof Rogerio
Sergio Rogério Medeiros da Costa · nasceu em 1982
Prof Rogerio se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: MDB (2008–2012), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 37 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Prof Rogerio declarou R$ 67,4 mil em bens, em reais de hoje: 6,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 6,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Amapá em 2008.
- Prof RogerioR$ 67,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 40,4 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof Rogerio declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 5 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pracuúba (AP) · DEM · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Pracuúba (AP), 2020
Mediana da disputa: R$ 379 por voto. Quem venceu, Joelson Do Pernambuco, gastou R$ 63,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.459; o mais barato, R$ 63,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ciane Santos PSDR$ 9,8 mil · 4 votosR$ 2.459
- Rosa Carvalho PSDR$ 9,8 mil · 10 votosR$ 979
- Arlindo Teixeira PSDR$ 9,8 mil · 14 votosR$ 699
- Marcio Maciel PSDR$ 9,8 mil · 15 votosR$ 654
- Professor Harrison PSDR$ 9,6 mil · 17 votosR$ 567
- Natan Valter PSDR$ 9,9 mil · 26 votosR$ 379
- Eunice REPUBLICANOSR$ 17 mil · 87 votosR$ 194
- Darinto REPUBLICANOSR$ 18 mil · 111 votosR$ 162
- Bigui DEMR$ 9,9 mil · 89 votosR$ 111
- Lengo DEMR$ 11 mil · 149 votosR$ 75,2
- Joelson Do Pernambuco PSDR$ 9,7 mil · 153 votosR$ 63,4
Votos por real
- 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.