Apuração
Deputado estadual · 2018 · PSD

Prof. Rodolfo Pinto da Luz

Rodolfo Joaquim Pinto da Luz · nasceu em 1948

Prof. Rodolfo Pinto da Luz se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,35← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012MDB2016PSD2018PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2012), PSD (2016–2018).

Dep. estadualVice-prefeitoPartidoMDBPSD2012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 70 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Santa Catarina
    PSD 55555· direita
    suplente12.084 votos; 95º mais votado de 431 no estado
  2. 2016
    Vice-prefeito · Florianópolis (SC)
    PSD 11· direita· na urna, Rodolfo Pinto da Luz
    Na chapa de Angela Amin
    chapa não eleita60.959 votos da chapa, 24,6%; 2º turno, 49,7%
  3. 2012
    Vice-prefeito · Florianópolis (SC)
    MDB 15· centro-direita· na urna, Professor Rodolfo
    Na chapa de Gean Loureiro
    chapa não eleita65.678 votos da chapa, 27,4%; 2º turno, 47,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Prof. Rodolfo Pinto da Luz teve 12.084 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 95º lugar entre 431 candidatos.

Recebeu votos em 251 cidades. Florianópolis deu 57,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 84,9%.

12.084 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 12.084 votos.
  1. Florianópolis (SC)6.991 votos57,9%
  2. São José (SC)1.216 votos10,1%
  3. Palhoça (SC)395 votos3,3%
  4. São Francisco do Sul (SC)285 votos2,4%
  5. Joinville (SC)257 votos2,1%
  6. Outras 236 cidades1.820 votos15,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Prof. Rodolfo Pinto da Luz declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 6,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina. Entre 2012 e 2018, o total caiu R$ 120,8 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,5 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.016.844 na declaração)

Declarou 6,8 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Santa Catarina em 2018.

  • Prof. Rodolfo Pinto da LuzR$ 1,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 228,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 10 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Casa de alvenaria na carvoeira em florianópolisR$ 436,7 mil
    Casa
  2. #Nulo#R$ 342,6 mil
    Fundos de longo prazo e FIDC
  3. Apartamento em inglesesR$ 306,2 mil
    Apartamento
  4. Casa de alvenaria em balneário danielaR$ 199,9 mil
    Casa
  5. Automóvel versa 1.6 nissanR$ 103,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. #Nulo#R$ 86 mil
    Caderneta de poupança
  7. #Nulo#R$ 24,8 mil
    Conta corrente no país
  8. Ações de diversas companhiasR$ 24,5 mil
    Ações
  9. Dois lotes de terreno em luzianiaR$ 12,6 mil
    Terreno
  10. Quatro lotes em jaguarunaR$ 11 mil
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Prof. Rodolfo Pinto da Luz declarou ao TSE R$ 107 mil em receitas, em reais de hoje, 2,5% de dinheiro público.

2018 · Deputado estadual · Santa Catarina · PSD · suplente

De onde veio

R$ 106,9 mil
2,5% veio de fundos públicos; 15 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 106,9 mil.
  1. Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 77 mil72%
  2. Próprio bolsoR$ 22,6 mil21,2%
  3. VaquinhaR$ 4.6134,3%
  4. Outros candidatosR$ 2.7142,5%

Para onde foi

R$ 96,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 40% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 96,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeoTudo de Guilherme Tenfen Chagas Lima 00360188990R$ 22,6 mil23,4%
  2. InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 15,1 mil15,6%
  3. EventosR$ 5050,5%
  4. EscritórioR$ 4580,5%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Santa Catarina, 2018

Mediana da disputa: R$ 27,9 por voto. Quem venceu, Julio Garcia, gastou R$ 8,35 por voto. O voto mais caro custou R$ 321; o mais barato, R$ 8,35.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 125 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.