Prof. Roberto Calez
Roberto Carlos Calez · nasceu em 1967
Prof. Roberto Calez se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 49 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Prof. Roberto Calez declarou R$ 324,9 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 207,8 mil acima da inflação.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Prof. Roberto CalezR$ 324,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 50% Dos direitos de propriedade de um imóvel residencialR$ 195 milCasa
- 01 Terreno, medindo 1.326 m²R$ 97,5 milTerreno
- 01 Veículo gol G3 1.0R$ 17,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 Moto honda brosR$ 14,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof. Roberto Calez declarou ao TSE R$ 29 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 27 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Penápolis (SP) · PT · não eleito
De onde veio
- Outros candidatosR$ 12185,2%
- Fundo partidárioR$ 2114,8%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Penápolis (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 30,6 por voto. Quem venceu, Tiquinho, gastou R$ 10,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 196; o mais barato, R$ 10,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jose Serra PSBR$ 13 mil · 66 votosR$ 196
- Alexandre Gil PSDR$ 24 mil · 503 votosR$ 47,3
- Zeca Monteiro PTR$ 16 mil · 387 votosR$ 40,7
- Paulo Duca -Tico PTR$ 8 mil · 196 votosR$ 40,6
- Evandro Da Habitação DEMR$ 25 mil · 622 votosR$ 39,8
- Ricardinho Castilho PVR$ 16 mil · 524 votosR$ 31,4
- Jonas Chamareli PSDR$ 9,7 mil · 316 votosR$ 30,6
- Lucas Casella PSDR$ 8,1 mil · 419 votosR$ 19,3
- Dr Rodolfo PSDR$ 13 mil · 807 votosR$ 16,4
- Nardão Sacomani DEMR$ 8,3 mil · 616 votosR$ 13,4
- Pastor Bruno Marco PSDR$ 7,3 mil · 570 votosR$ 12,8
- Tiquinho PSDBR$ 11 mil · 1.028 votosR$ 10,9
Votos por real
- 2016, vereador: 241 votos por R$ 1.000, 4,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 282 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.