Apuração
Vereador · 2004 · PT

Prof. Raul

Raul Nunes Delgado · nasceu em 1955

Prof. Raul se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. estadualVereadorPartidoPT20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 49 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereador · Corumbá (MS)
    PT 13555· centro-esquerda
    suplente
  2. 2002
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PT 13555· centro-esquerda· na urna, Prof Raul
    suplente3.389 votos; 71º mais votado de 210 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Prof. Raul teve 3.389 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 71º lugar entre 210 candidatos.

Recebeu votos em 20 cidades. Corumbá deu 85,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,9%.

3.389 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 3.389 votos.
  1. Corumbá (MS)2.888 votos85,2%
  2. Ladário (MS)344 votos10,2%
  3. Campo Grande (MS)122 votos3,6%
  4. Aquidauana (MS)7 votos0,2%
  5. Anastácio (MS)5 votos0,1%
  6. Outras 5 cidades5 votos0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof. Raul declarou ao TSE R$ 237 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 220 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Corumbá (MS) · PT · suplente

De onde veio

R$ 17,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,5 mil.
  1. PartidoR$ 14,3 mil81,3%
  2. Próprio bolsoR$ 3.25818,6%
  3. OutrosR$ 100,1%

Para onde foi

R$ 17,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 41% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,5 mil.
  1. Material impressoR$ 7.17741%
  2. PessoalR$ 5.23929,9%
  3. TransporteR$ 4.38525%
  4. EscritórioR$ 7144,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Corumbá (MS), 2004

Mediana da disputa: R$ 82 por voto. Quem venceu, Antônio Galã, gastou R$ 41,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 41,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 15 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.