Prof. Raul
Raul Nunes Delgado · nasceu em 1955
Prof. Raul se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.
Declarou ao TSE em 2004: 49 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Mato Grosso do SulPT 13555· centro-esquerda· na urna, Prof Raulsuplente3.389 votos; 71º mais votado de 210 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Prof. Raul teve 3.389 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 71º lugar entre 210 candidatos.
Recebeu votos em 20 cidades. Corumbá deu 85,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof. Raul declarou ao TSE R$ 237 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 220 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereador · Corumbá (MS) · PT · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 14,3 mil81,3%
- Próprio bolsoR$ 3.25818,6%
- OutrosR$ 100,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.17741%
- PessoalR$ 5.23929,9%
- TransporteR$ 4.38525%
- EscritórioR$ 7144,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Corumbá (MS), 2004
Mediana da disputa: R$ 82 por voto. Quem venceu, Antônio Galã, gastou R$ 41,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 41,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ligia Baruki PTR$ 96 mil · 654 votosR$ 147
- Cristina Lanza PTR$ 142 mil · 1.101 votosR$ 129
- Machado PTR$ 106 mil · 1.064 votosR$ 100
- Salatiel PSDBR$ 104 mil · 1.112 votosR$ 93,8
- Prof. Gabi PTR$ 57 mil · 657 votosR$ 87,1
- Marquinhos PTR$ 119 mil · 1.450 votosR$ 82,2
- Dirceu Miguéis MDBR$ 94 mil · 1.143 votosR$ 82
- Alberto Guimarães PTBR$ 54 mil · 727 votosR$ 73,9
- Cristiane Do Pt PTR$ 34 mil · 555 votosR$ 60,9
- Roberto Façanha MDBR$ 75 mil · 1.375 votosR$ 54,5
- Tadeu Vieira PSDBR$ 36 mil · 795 votosR$ 45,1
- Antônio Galã PTR$ 53 mil · 1.293 votosR$ 41,1
Votos por real
- 2004, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 15 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.