Prof. Rafael Linck
Rafael Linck Moehlecke · nasceu em 1983
Prof. Rafael Linck se candidatou em 4 eleições, de 2014 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSOL.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 37 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado federal · Rio Grande do SulPSOL 5002· esquerdasuplente4.237 votos; 151º mais votado de 404 no estado
- 2016
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do SulPSOL 50001· esquerda· na urna, Rafael Lincksuplente1.063 votos; 374º mais votado de 670 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Prof. Rafael Linck teve 4.237 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 151º lugar entre 404 candidatos.
Recebeu votos em 80 cidades. Gravataí deu 68,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,3%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Prof. Rafael Linck declarou R$ 359,1 mil em bens, em reais de hoje: 6,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 406,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 6,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Prof. Rafael LinckR$ 359,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Prof. Rafael Linck declarou ao TSE R$ 38 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 17 mil, 87% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Gravataí (RS) · PSOL · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 14,2 mil89,5%
- PessoasR$ 1.1327,2%
- VaquinhaR$ 5093,2%
- Próprio bolsoR$ 140,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 5.17036,1%
- Material impressoR$ 5.09635,6%
- InternetR$ 2.54517,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.2748,9%
- EscritórioR$ 2411,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Gravataí (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 32,5 por voto. Quem venceu, Roberto Andrade, gastou R$ 20,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 265; o mais barato, R$ 20,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sara Pino MDBR$ 28 mil · 106 votosR$ 265
- Luciano Oliveira PTBR$ 73 mil · 657 votosR$ 111
- Maribel Wagner MDBR$ 28 mil · 262 votosR$ 106
- Cláudio Ávila PSDR$ 71 mil · 1.170 votosR$ 61,1
- Silvia Andrade MDBR$ 30 mil · 527 votosR$ 56
- Professora Mari Leia Bastiani MDBR$ 56 mil · 1.145 votosR$ 49,3
- Anna Beatriz PSDR$ 46 mil · 1.402 votosR$ 32,5
- Nadir Rocha MDBR$ 51 mil · 1.616 votosR$ 31,5
- Patricia Lisboa MDBR$ 29 mil · 1.085 votosR$ 27
- Paulo Silveira PSBR$ 31 mil · 1.351 votosR$ 22,7
- Paulinho Da Farmacia MDBR$ 27 mil · 1.285 votosR$ 21,1
- Roberto Andrade PPR$ 34 mil · 1.637 votosR$ 20,8
Votos por real
- 2020, vereador: 102 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 272 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 2.134 votos por R$ 1.000, 30 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 273 votos por R$ 1.000, 4,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.