Apuração
Deputado estadual · 2014 · PSL

Prof Paulinho

Paulo Roberto Paulino Santos · nasceu em 1958

Prof Paulinho se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSL+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PRTB2014PSL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PRTB (2010), PSL (2014).

Dep. estadualPartidoPRTBPSL201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 56 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Goiás
    PSL 17617· direita
    suplente1.652 votos; 232º mais votado de 717 no estado
  2. 2010
    Deputado estadual · Goiás
    PRTB 28100· direita· na urna, Prof. Paulinho
    suplente4.381 votos; 152º mais votado de 539 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Prof Paulinho teve 1.652 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 232º lugar entre 717 candidatos.

Recebeu votos em 55 cidades. Anápolis deu 71,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,0%.

1.652 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.652 votos.
  1. Anápolis (GO)1.173 votos71%
  2. Alexânia (GO)83 votos5%
  3. Abadiânia (GO)74 votos4,5%
  4. Goiânia (GO)48 votos2,9%
  5. Niquelândia (GO)44 votos2,7%
  6. Outras 40 cidades99 votos6%
As outras 1 eleições para deputado
4.381 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 4.381 votos.
  1. Anápolis (GO)3.942 votos90%
  2. Corumbá de Goiás (GO)59 votos1,3%
  3. Goiânia (GO)54 votos1,2%
  4. Campo Limpo de Goiás (GO)34 votos0,8%
  5. Ouro Verde de Goiás (GO)32 votos0,7%
  6. Outras 44 cidades96 votos2,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof Paulinho declarou ao TSE R$ 151 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 151 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Goiás · PSL · suplente

De onde veio

Nada declarado em 2014.

Para onde foi

R$ 428
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Goiás, 2014

Mediana da disputa: R$ 91,7 por voto. Quem venceu, Bruno Peixoto, gastou R$ 41,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 591; o mais barato, R$ 41,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 1.652 votos por R$ 1.000, 48 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 21 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.