Apuração
Vereadora · 2008 · PT

Prof. Nerly Sacoman

Nerly da Silva Sacoman · nasceu em 1961

Prof. Nerly Sacoman disputou uma eleição, em 2008, para vereadora (Nova Brasilândia D'oeste (RO)), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoPT2008
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 47 anos, até o fundamental, professor de ensino superior. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PT 13612· centro-esquerda
    suplente254 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Prof. Nerly Sacoman declarou R$ 117 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 117 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 43.388 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Rondônia em 2008.

  • Prof. Nerly SacomanR$ 117 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 95,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 188,7 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 117 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Prof. Nerly Sacoman declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereadora · Nova Brasilândia D'oeste (RO) · PT · suplente

De onde veio

R$ 13,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 7.39256,6%
  2. PessoasR$ 3.69528,3%
  3. Outros candidatosR$ 1.2699,7%
  4. EmpresasR$ 6965,3%

Para onde foi

R$ 13 mil
O maior gasto foi com outros: 74% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13 mil.
  1. OutrosR$ 9.67674,1%
  2. Material impressoR$ 2.31617,7%
  3. TransporteR$ 7745,9%
  4. ServiçosR$ 2682,1%
  5. EscritórioR$ 160,1%

Quanto custou cada voto: vereadora, Nova Brasilândia D'oeste (RO), 2008

Mediana da disputa: R$ 203 por voto. Quem venceu, Prof. Ana Paula, gastou R$ 88,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 936; o mais barato, R$ 88,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Valdeci Baixinho Bar Fortaleza CIDADANIAR$ 36 mil · 38 votosR$ 936
  • João Cabeleireiro CIDADANIAR$ 40 mil · 49 votosR$ 818
  • Dina MDBR$ 35 mil · 56 votosR$ 622
  • Marinaldo Do Rg CIDADANIAR$ 35 mil · 106 votosR$ 326
  • Claudio Da Ação Social CIDADANIAR$ 36 mil · 143 votosR$ 254
  • Doutor Johnny PSBR$ 45 mil · 189 votosR$ 239
  • Ginão Do Hospital CIDADANIAR$ 37 mil · 183 votosR$ 203
  • Gê Da Agroverde PSBR$ 70 mil · 431 votosR$ 163
  • Nenê Da Obra MDBR$ 50 mil · 328 votosR$ 153
  • Léo Mineiro MOBILIZAR$ 36 mil · 266 votosR$ 134
  • Ademar Faustino PSBR$ 44 mil · 390 votosR$ 112
  • Prof. Ana Paula DCR$ 62 mil · 704 votosR$ 88,5

Votos por real

  • 2008, vereadora: 19 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.