Apuração
Vereador · 2020 · PTB

Professor Neno

Jose Aparecido Chink · nasceu em 1964

Professor Neno se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPTB−0,13← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2006PT2008PT2012PT2016PT2020PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2004–2016), PTB (2020).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPTPTB’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 56 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Jardim (MS)
    PTB 14000· centro-direita
    não eleito
  2. 2016
    Vereador · Jardim (MS)
    PT 13000· centro-esquerda· na urna, Prof. Neno
    suplente
  3. 2012
    Vereador · Jardim (MS)
    PT 13622· centro-esquerda
    suplente342 votos
  4. 2008
    Vereador · Jardim (MS)
    PT 13622· centro-esquerda
    suplente375 votos
  5. 2006
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    PT 13622· centro-esquerda· na urna, Prof. Neno
    suplente2.431 votos; 75º mais votado de 172 no estado
  6. 2004
    Prefeito · Jardim (MS)
    PT 13· centro-esquerda
    não eleito5.861 votos, 44,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Professor Neno teve 2.431 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 75º lugar entre 172 candidatos.

Recebeu votos em 24 cidades. Jardim deu 74,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,5%.

2.431 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.431 votos.
  1. Jardim (MS)1.800 votos74%
  2. Guia Lopes da Laguna (MS)252 votos10,4%
  3. Bonito (MS)95 votos3,9%
  4. Bela Vista (MS)77 votos3,2%
  5. Campo Grande (MS)65 votos2,7%
  6. Outras 9 cidades13 votos0,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Professor Neno declarou R$ 222,7 mil em bens, em reais de hoje: 8,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 90,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 222,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 155.000 na declaração)

Declarou 8,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.

  • Professor NenoR$ 222,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 222,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Professor Neno declarou ao TSE R$ 339 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 172 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Jardim (MS) · PTB · não eleito

De onde veio

R$ 7.076
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 7.076
O maior gasto foi com pessoal: 81% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.076.
  1. PessoalR$ 5.73281%
  2. ServiçosR$ 1.34419%

Quanto custou cada voto: vereador, Jardim (MS), 2020

Mediana da disputa: R$ 75,1 por voto. Quem venceu, Tereza Moreira, gastou R$ 27,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 404; o mais barato, R$ 27,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Cida Do Bairro PSLR$ 11 mil · 28 votosR$ 404
  • Myrlla Insfran PSLR$ 11 mil · 36 votosR$ 314
  • Magali Franco PSLR$ 16 mil · 55 votosR$ 283
  • Katia Farias DEMR$ 9,6 mil · 59 votosR$ 163
  • Zé Preto PSDR$ 14 mil · 146 votosR$ 94,7
  • Renato Miranda DEMR$ 14 mil · 187 votosR$ 75,1
  • Val Martins REPUBLICANOSR$ 8,8 mil · 140 votosR$ 62,7
  • Rosi PSDBR$ 14 mil · 349 votosR$ 40,6
  • Eduardo Nardon PPR$ 11 mil · 349 votosR$ 30,4
  • Glaucio Cabreira PSDBR$ 17 mil · 576 votosR$ 30,3
  • Tereza Moreira DEMR$ 9,9 mil · 356 votosR$ 27,8

Votos por real

  • 2020, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 4,8 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 6,4 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.