Prof. Nabil
Nabil Francisco de Moraes · nasceu em 1963
Prof. Nabil se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.
Declarou ao TSE em 2004: 41 anos, superior completo, professor de ensino de primeiro e segundo graus. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
- 2002Deputado federal · São PauloPT 1302· centro-esquerda· na urna, Prof Nabilsuplente3.945 votos; 319º mais votado de 703 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Prof. Nabil teve 3.945 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 319º lugar entre 703 candidatos.
Recebeu votos em 178 cidades. Mogi das Cruzes deu 49,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof. Nabil declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereador · Mogi das Cruzes (SP) · PT · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 10,6 mil86,7%
- Próprio bolsoR$ 1.62913,3%
Para onde foi
- OutrosR$ 5.49344,9%
- Material impressoR$ 2.99724,5%
- EscritórioR$ 2.37819,5%
- TransporteR$ 9647,9%
- PessoalR$ 3913,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Mogi das Cruzes (SP), 2004
Mediana da disputa: R$ 36,2 por voto. Quem venceu, Marcos Damasio, gastou R$ 17,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 72,5; o mais barato, R$ 17,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jean Lopes PC do BR$ 186 mil · 2.570 votosR$ 72,5
- Mauro Araújo PSDBR$ 127 mil · 2.271 votosR$ 56
- Ado PPR$ 110 mil · 2.236 votosR$ 49
- Jolindo Renno PPR$ 107 mil · 2.523 votosR$ 42,6
- Inês Paz PTR$ 102 mil · 2.582 votosR$ 39,5
- Odete PDTR$ 107 mil · 2.745 votosR$ 38,8
- Pedro Komura PSDBR$ 112 mil · 3.083 votosR$ 36,2
- Antonio Lino PLR$ 83 mil · 2.888 votosR$ 28,9
- Cuco Pereira PSDBR$ 100 mil · 4.023 votosR$ 24,8
- Taubate MDBR$ 95 mil · 4.298 votosR$ 22,2
- Bibo PPR$ 96 mil · 5.309 votosR$ 18,2
- Marcos Damasio PLR$ 86 mil · 4.804 votosR$ 17,9
Votos por real
- 2004, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 654 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.