Apuração
Vereador · 2004 · PT

Prof. Nabil

Nabil Francisco de Moraes · nasceu em 1963

Prof. Nabil se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. federalVereadorPartidoPT20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 41 anos, superior completo, professor de ensino de primeiro e segundo graus. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    PT 13069· centro-esquerda
    suplente
  2. 2002
    Deputado federal · São Paulo
    PT 1302· centro-esquerda· na urna, Prof Nabil
    suplente3.945 votos; 319º mais votado de 703 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Prof. Nabil teve 3.945 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 319º lugar entre 703 candidatos.

Recebeu votos em 178 cidades. Mogi das Cruzes deu 49,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,3%.

3.945 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 3.945 votos.
  1. Mogi das Cruzes (SP)1.950 votos49,4%
  2. Itapevi (SP)700 votos17,7%
  3. São Paulo (SP)531 votos13,5%
  4. Jandira (SP)69 votos1,7%
  5. Suzano (SP)52 votos1,3%
  6. Outras 163 cidades381 votos9,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Prof. Nabil declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 12 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Mogi das Cruzes (SP) · PT · suplente

De onde veio

R$ 12,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,2 mil.
  1. PartidoR$ 10,6 mil86,7%
  2. Próprio bolsoR$ 1.62913,3%

Para onde foi

R$ 12,2 mil
O maior gasto foi com outros: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,2 mil.
  1. OutrosR$ 5.49344,9%
  2. Material impressoR$ 2.99724,5%
  3. EscritórioR$ 2.37819,5%
  4. TransporteR$ 9647,9%
  5. PessoalR$ 3913,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Mogi das Cruzes (SP), 2004

Mediana da disputa: R$ 36,2 por voto. Quem venceu, Marcos Damasio, gastou R$ 17,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 72,5; o mais barato, R$ 17,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 654 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.