Prof Mônica Reichert
Monica Otilia Mielke Reichert · nasceu em 1955
Prof Mônica Reichert se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 65 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Prof Mônica Reichert declarou R$ 284,4 mil em bens, em reais de hoje: 4,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 457,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Prof Mônica ReichertR$ 284,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Um prédio de alvenaria para fabricação e reforma de…R$ 136,5 milConstrução rural
- Uma área ruralR$ 57,5 milTerra nua
- Um terreno de 14R$ 43,1 milTerreno
- Um terreno baldio de 12R$ 14,4 milTerreno
- Um terreno de 13R$ 14,4 milTerreno
- Uma camioneta D40 Chevrolet ¿ placas IGL-4732R$ 11,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um barco de metal com nome de marreco e movido com motor…R$ 4.309Outros bens móveis
- Um reboque artesanal placas IHV-4992R$ 2.873Outros bens móveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof Mônica Reichert declarou ao TSE R$ 8,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereadora: R$ 5 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Roque Gonzales (RS) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.10499,7%
- EscritórioR$ 30,3%
Quanto custou cada voto: vereadora, Roque Gonzales (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 10 por voto. Quem venceu, Adelar Toco, gastou R$ 5,04 por voto. O voto mais caro custou R$ 93,5; o mais barato, R$ 5,04.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Terezinha Meurer PTR$ 2,1 mil · 23 votosR$ 93,5
- Lurdes Viana PPR$ 1,6 mil · 38 votosR$ 42,3
- Moacir Issler PPR$ 10 mil · 346 votosR$ 30,3
- Giani Payador PTR$ 2,3 mil · 106 votosR$ 21,7
- Renezio Battirola PPR$ 3,5 mil · 179 votosR$ 19,4
- Delmar Goulart PPR$ 4,4 mil · 372 votosR$ 12
- Rejane Weiler PPR$ 1,6 mil · 162 votosR$ 10
- Iraci Luft PPR$ 2 mil · 221 votosR$ 8,97
- Zenone De Pelegrin MDBR$ 1,6 mil · 207 votosR$ 7,66
- Otavio Kohl PPR$ 2,3 mil · 344 votosR$ 6,58
- Aristeu Machry PPR$ 1,6 mil · 289 votosR$ 5,39
- Adelar Toco MDBR$ 1,7 mil · 332 votosR$ 5,04
Votos por real
- 2020, vereadora: 157 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 45 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 147 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.