Prof. Márcia
Marcia Aparecida de Oliveira Neves · nasceu em 1970
Prof. Márcia se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputada estadual · ParanáPT 13813· centro-esquerda· na urna, Professora Márciasuplente4.838 votos; 186º mais votada de 738 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Prof. Márcia teve 4.838 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 186º lugar entre 738 candidatos.
Recebeu votos em 77 cidades. Guarapuava deu 88,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Prof. Márcia declarou R$ 13,7 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 20% da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2008.
- Prof. MárciaR$ 13,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 67,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 149,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Prof. Márcia declarou ao TSE R$ 81 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputada estadual: R$ 56 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Guarapuava (PR) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.40456,6%
- Próprio bolsoR$ 2.75335,4%
- Outros candidatosR$ 5637,2%
- Fundo partidárioR$ 600,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.40869,5%
- TransporteR$ 2.12827,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2383,1%
- EscritórioR$ 60,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Guarapuava (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 51 por voto. Quem venceu, Jabur Do Motocross, gastou R$ 39,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 88,4; o mais barato, R$ 38,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Mario Scheidt PHSR$ 37 mil · 418 votosR$ 88,4
- Sergio Kiçula PSBR$ 37 mil · 468 votosR$ 79,2
- Neto Rauen CIDADANIAR$ 99 mil · 1.362 votosR$ 72,9
- Miltinho Roseira PSDBR$ 52 mil · 769 votosR$ 67
- Marcio Carneiro CIDADANIAR$ 94 mil · 1.599 votosR$ 58,6
- Cosme Stimer PPR$ 42 mil · 733 votosR$ 57,4
- Marcelinho DEMR$ 69 mil · 1.344 votosR$ 51
- Maria José PSDBR$ 68 mil · 1.431 votosR$ 47,6
- João Napoleão PROSR$ 61 mil · 1.314 votosR$ 46,3
- Samuca CIDADANIAR$ 72 mil · 1.719 votosR$ 41,9
- Jabur Do Motocross REPUBLICANOSR$ 52 mil · 1.316 votosR$ 39,9
- Evandro Dalmolin PSBR$ 45 mil · 1.178 votosR$ 38,5
Votos por real
- 2016, vereadora: 66 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2014, deputada estadual: 86 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 26 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 71 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.