Prof Madeira
Raimundo Roberto de Moura Madeira · nasceu em 1960
Prof Madeira se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PL (2008–2010), PSOL (2012–2014), PSB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · AmapáPSOL 50050· esquerda· na urna, Professor Madeirasuplente2.310 votos; 61º mais votado de 338 no estado
- 2012
- 2010Deputado estadual · AmapáPL 22007· direita· na urna, Professor Madeirasuplente1.624 votos; 61º mais votado de 247 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Prof Madeira teve 2.310 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 61º lugar entre 338 candidatos.
Recebeu votos em 15 cidades. Macapá deu 91,7% deles.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Prof Madeira declarou R$ 290,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 225 mil acima da inflação.
Mais da metade (52%) dos candidatos a vereador no Amapá não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Prof Madeira declarou ao TSE R$ 172 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 54 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Macapá (AP) · PSB · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 12,8 mil55,4%
- PessoasR$ 10,3 mil44,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 11,3 mil49,1%
- TransporteR$ 10,7 mil46,3%
- ServiçosR$ 8913,9%
- EscritórioR$ 1680,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Macapá (AP), 2016
Mediana da disputa: R$ 32,7 por voto. Quem venceu, Claudio, gastou R$ 21 por voto. O voto mais caro custou R$ 68,8; o mais barato, R$ 21.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Yuri Pelaes MDBR$ 215 mil · 3.128 votosR$ 68,8
- Eddy Clay PROSR$ 125 mil · 2.122 votosR$ 59,1
- Magno Costa PSDR$ 94 mil · 2.045 votosR$ 46,1
- Maraina Martins PLR$ 215 mil · 4.707 votosR$ 45,7
- Jorielson PRPR$ 112 mil · 2.548 votosR$ 44
- Lucas DEMR$ 127 mil · 3.428 votosR$ 37
- Acácio Favacho PROSR$ 186 mil · 5.700 votosR$ 32,7
- Japão PDTR$ 86 mil · 2.749 votosR$ 31,2
- Caetano Bentes PSCR$ 121 mil · 4.322 votosR$ 28,1
- Marcelo Dias CIDADANIAR$ 84 mil · 3.110 votosR$ 26,9
- Pastor Didio PRPR$ 89 mil · 3.813 votosR$ 23,4
- Claudio PDTR$ 122 mil · 5.814 votosR$ 21
Votos por real
- 2016, vereador: 52 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 43 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 37 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.