Prof. Luis
Luis Conceicao Silva · nasceu em 1983
Prof. Luis se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PC do B (2008–2018), PODE (2020), PRD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 41 anos, superior completo, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018Deputado estadual · ParáPC do B 65555· esquerda· na urna, Luis Conceiçãonão eleito804 votos; 357º mais votado de 633 no estado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Prof. Luis teve 804 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 357º lugar entre 633 candidatos.
Recebeu votos em 27 cidades. Tomé-Açu deu 67,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Prof. Luis declarou R$ 533,6 mil em bens, em reais de hoje: 81 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Pará. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 520,1 mil acima da inflação.
Declarou 81 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2024.
- Prof. LuisR$ 533,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.628
- Mediana dos eleitosR$ 110,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Terreno RuralR$ 276,2 milTerreno rural
- Casa no Bairro Tucano IIR$ 110,5 milCasa
- Uma Casa no Bairro ConquistaR$ 66,3 milCasa
- Uma Casa no Tucano IIR$ 55,2 milCasa
- Moto Biz 125 2023R$ 22,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- DinheiroR$ 3.314Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Prof. Luis declarou ao TSE R$ 5,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 3,6 mil, 100% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Tomé-Açu (PA) · PODE · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Tomé-Açu (PA), 2020
Mediana da disputa: R$ 11,2 por voto. Quem venceu, Joao Francisco, gastou R$ 3,63 por voto. O voto mais caro custou R$ 202; o mais barato, R$ 3,63.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Arlindo Balieiro PSCR$ 7,1 mil · 35 votosR$ 202
- Patrick PODER$ 18 mil · 268 votosR$ 68
- João Costa PATRIOTAR$ 3,1 mil · 67 votosR$ 46,4
- Aquilino Sanches REPUBLICANOSR$ 7,5 mil · 213 votosR$ 35,3
- Nena Irmã Do Neto PDTR$ 8,6 mil · 368 votosR$ 23,4
- Jijoca DEMR$ 4,2 mil · 378 votosR$ 11,2
- Edicleide PTR$ 3,3 mil · 359 votosR$ 9,16
- Jonas Aguiar PTR$ 3,7 mil · 444 votosR$ 8,39
- Dinho Nipobraz PSCR$ 3,8 mil · 465 votosR$ 8,16
- Junior Piquia PLR$ 6,4 mil · 826 votosR$ 7,75
- Joao Francisco PLR$ 3,4 mil · 940 votosR$ 3,63
Votos por real
- 2016, vereador: 260 votos por R$ 1.000, 6,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.