Apuração
Deputado federal · 2026 · PSOL

Prof. Lauro Pacheco

Lauro Carlos Pacheco · nasceu em 1960

Prof. Lauro Pacheco se candidatou em 6 eleições, de 2012 a 2026, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,75← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSOL2014PSOL2016PSOL2020PSOL2024PSOL2026PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSOL.

Dep. federalPrefeitoPartidoPSOL20122014201620182020202220242026
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2026, suplente.

Declarou ao TSE em 2026: 65 anos, superior completo, servidor público estadual, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado federal · São Paulo
    PSOL 5099· esquerda
    suplente391 votos; 776º mais votado de 1.045 no estado
  2. 2024
    Prefeito · Jaú (SP)
    PSOL 50· esquerda· na urna, Professor Lauro
    não eleito487 votos, 0,7%
  3. 2020
    Prefeito · Jaú (SP)
    PSOL 50· esquerda· na urna, Professor Lauro
    não eleito453 votos, 0,7%
  4. 2016
    Prefeito · Jaú (SP)
    PSOL 50· esquerda· na urna, Prof. Lauro
    não eleito421 votos, 0,9%
  5. 2014
    Deputado federal · São Paulo
    PSOL 5081· esquerda· na urna, Prof. Lauro
    suplente237 votos; 1046º mais votado de 1.318 no estado
  6. 2012
    Prefeito · Jaú (SP)
    PSOL 50· esquerda· na urna, Prof Lauro
    não eleito372 votos, 0,5%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Prof. Lauro Pacheco teve 391 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 776º lugar entre 1.045 candidatos.

Recebeu votos em 75 cidades. São Paulo deu 30,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 80,1%.

391 votos
votos para deputado federal em 2026
Cada quadrado é 1% de 391 votos.
  1. São Paulo (SP)118 votos30,2%
  2. Bauru (SP)76 votos19,4%
  3. Jaú (SP)54 votos13,8%
  4. Jandira (SP)11 votos2,8%
  5. Barueri (SP)8 votos2%
  6. Outras 60 cidades78 votos19,9%
As outras 1 eleições para deputado
237 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 237 votos.
  1. Jaú (SP)117 votos49,4%
  2. São Paulo (SP)34 votos14,3%
  3. Bauru (SP)32 votos13,5%
  4. Campinas (SP)4 votos1,7%
  5. Agudos (SP)3 votos1,3%
  6. Outras 24 cidades25 votos10,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Prof. Lauro Pacheco declarou R$ 12,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2024 e 2026, o total caiu R$ 1.187, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 12,4 mil
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 12.300 na declaração)

Declarou 7% da mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2026.

  • Prof. Lauro PachecoR$ 12,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 180,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 12,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Prof. Lauro Pacheco declarou ao TSE R$ 49 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2026, para deputado federal: R$ 30 mil, 100% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputado federal · São Paulo · PSOL · suplente

De onde veio

R$ 30,5 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 20 mil
O maior gasto foi com pessoal: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 20 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal7 pessoas, não nomeadasR$ 8.70043,5%
  2. Transporte1 pessoas, não nomeadasR$ 5.00025%
  3. OutrosR$ 3701,9%
  4. EscritórioR$ 200,1%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2026

Mediana da disputa: R$ 28,4 por voto. Quem venceu, Lucas Pavanato, gastou R$ 0,89 por voto. O voto mais caro custou R$ 226; o mais barato, R$ 0,89.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputado federal: 20 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa (contas parciais).
  • 2024, prefeito: 37 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 117 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 372 votos por R$ 1.000, 14 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.